Neymar segue fora dos treinos da Seleção brasileira e foi desfalque nos dois últimos amistosos antes da Copa 2026 - contra Panamá (6 x 2, dia 31 de maio) e Egito (2 x 1, no último sábado, 6), quando Endrick se destacou. Diagnosticado com lesão grau 2 na panturrilha, o camisa 10 está em tratamento intensivo para conseguir disputar seu último Mundial e passará por novo exame nesta segunda-feira (8) após ter seu corte rejeitado por Carlo Ancelotti.
E a Nasa, agência espacial americana, entrou em campo para auxiliar na recuperação de Neymar, desfalque na estreia contra o Marrocos (sábado, 13) e com chance de voltar aos treinos nesta semana. No final de semana, enquanto o Brasil vencia os egípcios e sofria com o corte do lateral-direito Wesley, o atacante fazia uso de uma esteira antigravidade.
O aparelho usado há cerca de 10 anos no futebol é próprio para caminhadas e até mesmo corridas sem que a área atingida pela lesão sofra um impacto ainda maior, atingundo 29km/h. Time brasileiro que mais cedeu atletas para a Seleção brasileira, o Flamengo é um dos clubes que já faz uso desse tipo de esteira.
Nessa esteira inclinada, o jogador tem a cintura vedada pelo que se pode chamar de saia inflável após vestir um short próprio. Cabe à maquina controlar a carga exercida nas pernas. Durante o exercício e de acordo com a evolução do atleta, pode-se aumentar o peso do corpo - tarefa esta que cabe a médicos, fisioterapeutas ou preparadores físicos.
Esse moderno tipo de esteira trabalha com o conceito de "anti gravidade" e além de reduzir o tempo de recuperação ainda diminui o risco de nova lesão e melhora o desempenho do atleta. Também pode ser usada em casos de AVC, artroplastia de joelho e quadril, fratura oriunda de estresse, ou quando se quer perder peso.
Ativada, a máquina faz o usuário sentir a partir de 20% do seu peso corporal.