A Netflix já começou a preparar seus principais lançamentos para os próximos meses. Entre eles está "Profundezas", minissérie de ficção científica que estreia em 8 de outubro de 2026 e já desperta grande expectativa entre os fãs do gênero.
Criada por Jesse McKeown, roteirista de “The Umbrella Academy”, a produção terá seis episódios e contará com um elenco formado por nomes conhecidos do gênero, como Josh Hartnett (“Penny Dreadful”), Mackenzie Davis (“Não Fale o Mal”) e Charlie Heaton (“Stranger Things”).
A trama acompanha Calvin Penney (Josh Hartnett), um pescador de bom coração, mas extremamente teimoso, que vive em uma pequena cidade de Terra Nova, no Canadá.
Assombrado pela misteriosa morte do pai, ocorrida décadas antes, ele precisa lutar para manter sua comunidade unida quando uma criatura marinha desconhecida começa a aterrorizar o vilarejo.
Determinado a proteger seu filho, Wade (Charlie Heaton), e toda a sua família, Calvin une forças com uma pesquisadora de biologia marinha (Mackenzie Davis) para enfrentar a criatura e desvendar os segredos ocultos da ilha antes que seja tarde demais.
A proposta promete agradar aos fãs de ficção científica e suspense. Para criar o universo da série, Jesse McKeown revelou ter buscado inspiração em diretores como Steven Spielberg e John Carpenter. Mas não foi só isso.
Segundo o criador, “Profundezas” também incorpora elementos das lendas populares canadenses para construir o cenário rural da história, que ele descreve como uma mistura de "filmes de gênero à moda antiga, feitos de forma artesanal".
"Sempre soube que queria criar alguma coisa aqui, em Terra Nova. De preferência, algo importante. E estranho. Algo que explorasse a natureza selvagem e isolada deste lugar, ao mesmo tempo assustadora e imponente. Mas também queria criar algo que capturasse o calor humano e a originalidade brilhante de seus habitantes", afirmou Jesse McKeown à Entertainment Weekly.
Embora alguns assinantes possam achar que uma história como essa funcionaria melhor como um longa-metragem, McKeown acredita que o formato de minissérie permite desenvolver muito melhor esse universo.
"Com seis episódios, podemos fazer tudo com calma e contar uma história mais rica, com mais personagens e reviravoltas inesperadas. Podemos construir uma comunidade inteira. Não se trata apenas de um confronto entre um homem e uma criatura."
Pelo visto, Godzilla e King Kong talvez não concordassem com essa última afirmação.
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