O detalhe chocante revelado 30 anos após trágica morte de Mamonas Assassinas em acidente de avião: exumação revela fato surpreendente sobre o vocalista Dinho
Publicado em 25 de fevereiro de 2026 às 09:54
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Exumação dos Mamonas Assassinas revela um objeto intacto após quase três décadas, um detalhe inesperado que ecoa a memória do trágico acidente, em 2 de março de 1996
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Os corpos dos Mamonas Assassinas foram exumados nesta semana e às vésperas da tragédia completar 30 anos e algo inesperado ocorreu. No final da noite de 2 de março de 1996, um jatinho que levava os cinco integrantes mais dois membros da equipe, piloto e co-piloto se espatifou em um morro da Serra da Cantareira sem deixar sobreviventes.

Alguns corpos dos músicos acabaram mutilados no acidente - Dinho e Júlio foram degolados, por exemplo. Após a exumação, ocorrida em cemitério de Guarulhos (SP), cidade natal do quinteto, os restos mortais foram cremados e das cinzas virá um adubo a ser usado para o plantio de cinco árvores.

Primo de Dinho, líder dos Mamonas, cuja obra já foi retratada em filmes, musical e especiais para a TV, relatou que uma jaqueta do cantor e compositor ficou intacta com o passar das quase três décadas, embora tenha sido colocada no túmulo no dia do sepultamento, 4 de março, véspera do que seria o seu aniversário de 25 anos.

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"Foi, para mim, o momento mais impactante de tudo. A jaqueta foi algo inusitado e, por estar em bom estado e não estar junto aos restos mortais, pensamos em mantê-la exposta no memorial. Possivelmente vamos deixá-la exposta. Ela vai ser tratada e emoldurada", contou Jorge Santana ao portal "Bacci Notícias".

Morte dos Mamonas: 100 mil pessoas no enterro do grupo

Além de Dinho e Júlio Rasec, formavam os Mamonas Assassinas Bento Hinoto e os irmãos Sérgio e Samuel. O grupo de músicas escrachadas, com palavrões e expressões de duplo sentido como "Vira-Vira" e "Sabão Crá-Crá" teve uma trajetória meteórica com a venda de cerca de 2 milhões de discos em apenas seis meses.

Pelo velório, em um ginásio esportivo, passaram cerca de 60 mil pessoas. Os veículos que levaram os caixões com os corpos foram escoltados por 24 motocicletas e 13 carros da polícia. Já passava da 1h quando o velório foi aberto para os fãs. O sepultamento sob forte sol reuniu 100 mil pessoas.

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Nos anos seguintes, o Brasil voltou a se despedir de ídolos também em acidentes aéreos. Foi assim com Gabriel Diniz, Marília Mendonça e o time da Chapecoense, que chegava à Colômbia para disputa de partida de futebol e em voo que levava ainda jornalistas.

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