Padre Fábio de Melo na Justiça: religioso do 'Domingão', da Globo, processa aéreas e pede indenização por voo adiado no Natal
Publicado em 11 de abril de 2026 às 11:14
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Padre Fábio de Melo está em guerra contra companhias aéreas! Um Natal planejado em Nova York virou um pesadelo com o cancelamento de voo, e agora o religioso busca justiça. Descubra os detalhes chocantes por trás dessa ação judicial que envolve danos morais e materiais. O que aconteceu na véspera do voo que o fez tomar medidas drásticas?
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O Padre Fábio de Melo entrou na Justiça contra duas companhias aéreas após um voo para Nova York (EUA) ser cancelado no dia de Natal de 2025. Na ação, onde consta pedido de indenização por danos morais e materiais, um amigo do religioso também aparece como autor do processo que passou para ajuizamento da demanda no último dia 20 de março.

A gente explica: alvo frequente de ataques na web, que quase o fizeram tomar uma atitude drástica, o padre alega ter comprado uma passagem Rio-Nova York sem escala pela Latam em voo a ser feito pela Delta, o chamado "codeshare", algo comum. Mas no momento do voo e já dentro da aeronave, ele e Leandro Rodrigues foram avisados, assim como os demais passageiros que a viagem estava cancelada.

O motivo? O tempo máximo de serviço do comandante havia sido ultrapassado, nas palavras do próprio funcionário da companhia, relata a colunista Fabia Oliveira, do portal "Metrópoles".

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Qual é o valor de indenização pedido pelo padre Fábio de Melo?

O religioso alega ter feito a viagem em voo com escala, o que não estava previsto no contrato, e chegado à icônica cidade com 24 horas de atraso. Segundo o padre, isso prejudicou o primeiro dia de lazer em meio aos festejos de fim de ano.

Afirma ainda não ter recebido rescaldo de alimentação e hospedagem por conta do cancelamento do voo, o que contraria obrigações listadas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). E que ficou na classe econômica, embora tenha comprado assento na executiva e que havia naquele espaço de maior conforto.

No processo, padre Fábio de Melo pede indenização de cerca de R$ 53.500 mil junto com seu amigo.

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