MC Ryan SP e Poze do Rodo fora da prisão: falha técnica causa soltura dos funkeiros, suspeitos de participação em esquema de R$ 1,6 bilhão; entenda
Publicado em 23 de abril de 2026 às 10:40
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
MC Ryan SP, Poze do Rodo e outras personalidades digitais são investigados na Operação Narco Fluxo.
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Os famosos presos na Operação Narco Fluxo devem ser liberados ainda nesta quinta-feira (23). A informação vem à tona em uma apuração conjunta entre o Portal Leo Dias e a jornalista Carine Roma, da Band News FM Rio. Entre os nomes, estão MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Chrys Dias e o dono da página Choquei, Raphael Sousa.

Segundo a publicação, uma falha técnica apontada pela defesa, encabeçada pelo advogado Felipe Cassimiro, foi essencial para garantir o habeas corpus aos investigados. A Justiça havia determinado a prisão temporária do grupo por 30 dias, 25 dias a mais que a própria representação da Polícia Federal.

Eles foram presos no dia 15 de abril, ou seja, o prazo de cinco dias estipulado pela Polícia Federal já havia sido extrapolado. O ministro Messod Azulay Neto, relator da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), reconheceu que houve uma “flagrante ilegalidade” no tempo de prisão e restringiu ao período original estabelecido pela polícia.

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Ainda segundo a reportagem, todos os corréus que se encontram na mesma situação ganharam o habeas corpus.

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A Operação Narco Fluxo visa desmontar uma organização criminosa acusada de fazer lavagem de dinheiro e transações ilegais que ultrapassam R$ 1,6 bilhão. Segundo as investigações da PF, os suspeitos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores. Entre as práticas fraudulentas, estão operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

A polícia apreendeu carros, dinheiro em espécie e até armas. Documentos e equipamentos eletrônicos que podem ajudar na operação também já estão sob posse das autoridades. Também houve bloqueio de bens e restrições a empresas ligadas aos investigados, para interromper o fluxo financeiro e preservar ativos em caso de ressarcimento.

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Segundo a decisão judicial, os bloqueios foram realizados considerando o possível lucro com os crimes, entre eles, “tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína, somado ao fluxo financeiro identificado nos relatórios de inteligência financeira encaminhados pelo Coaf“.

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