Bruna Marquezine aprendeu: fim de namoro muito exposto nem sempre é barreira para novo amor e guarda uma lição importante de psicologia
Publicado em 19 de março de 2026 às 12:25
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
O fim de um namoro exposto pode deixar marcas profundas e dificultar a busca por um novo amor. A psicologia revela que o segredo para seguir em frente não está em esquecer, mas em encarar verdades desconfortáveis. Descubra como processar o passado para reabrir seu coração e encontrar a felicidade
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Bruna Marquezine e Neymar tiveram um namoro exposto de forma excessiva após uma das separações a atriz afirmou que tinha intenção de manter o romance com o atacante, hoje casado e pai de quatro filhos. Essa fala sincera sobre encerramentos difíceis tem explicação na psicologia, ciência que indica ainda o melhor e mais simples dos conselhos após um rompimento.

E a exposição em excesso de um relacionamento também pode se tornar uma barreira para se encontrar um novo amor após uma separação? Para a psicologia, essa possibilidade existe. "Pode funcionar como barreira, sim. Mas a barreira não é a separação em si. É o que fica sem processar", aponta ao Purepeople Lucas Scudeler, teólogo, filósofo e psicanalista especialista em relacionamentos.

"Quando uma separação ambivalente ('queríamos, mas não conseguimos') não é elaborada, ela produz o que a psicanálise chama de objeto internalizado idealizado. A pessoa carrega dentro de si uma versão congelada do ex-parceiro. Não como ele realmente era, mas como o desejo queria que fosse", acrescenta o profissional.

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Dessa forma, a psicologia afirma que é feita uma comparação por quem conhece um novo alguém. "E toda pessoa nova é, inconscientemente, comparada a essa imagem idealizada. Ninguém ganha dessa comparação, porque a imagem não é real", acrescenta Scudeler, que faz uma ponderação 

"Mas isso varia. Depende da capacidade de cada um de completar o ciclo: reconhecer o que foi bom, aceitar o que fracassou, devolver ao outro a responsabilidade que é dele e reassumir a própria. Pessoas com boa rede de suporte, capacidade reflexiva e disposição para enfrentar verdades desconfortáveis sobre si mesmas tendem a reabrir a disponibilidade afetiva em menos tempo. Pessoas que evitam esse processo, seja idealizando o passado, seja demonizando o ex, podem levar anos para estar funcionalmente disponíveis para um novo vínculo", compara

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