Vai doar cesta básica: padre que praticou intolerância religiosa contra Preta Gil chega a acordo com a família. Entenda o caso!
Publicado em 15 de abril de 2026 às 07:58
Por Clara Espíndola | Colaborador
Viciada em novela desde criança, Clara é apaixonada por beleza, criada no teatro e troca qualquer programa por uma boa noite de fofoca.
Fim do caso? Padre que praticou intolerância religiosa após a morte de Preta Gil terá que distribuir cestas básicas. Saiba mais
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Preta Gil, filha de Gilberto Gil, foi um símbolo de representatividade e resistência. Vítima de câncer colorretal, a cantora faleceu em 2025 após intensa luta contra a doença.

Com sua morte, sua trajetória foi fortemente lembrada e homenageada nas mídias. 

Nesse cenário, o padre Danilo César acabou associando a fé da artista em religiões de matriz afro-indígena à morte e ao sofrimento, o que gerou forte repercussão.

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A situação ganhou destaque e foi parar na Justiça. Saiba que fim levou.

Entenda a intolerância religiosa do Padre Danilo César

"Como é o nome do pai de Preta Gil? Gilberto Gil fez uma oração aos orixás. Cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil? Já enterraram?", disse o padre.

Na época da morte de Preta, as declarações de intolerância religiosa causaram forte indignação no país e na família da falecida. 

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Além de mencionar a morte de Preta Gil, o sacerdote se referiu a religiões de matriz afro-indígena como “coisas ocultas” e chegou a afirmar que desejava “que o diabo levasse” quem buscasse essas práticas. Um absurdo completo!

Vale lembrar que o padre já afirmou ter agido no limite da liberdade religiosa.

O padre Danilo César acabou se desculpando na época e chegou a um acordo com o Ministério Público Federal. Saiba mais.

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Padre Danilo César enfrentou a justiça

A coisa não parou por aí. Isso porque ainda havia um processo aberto contra ele por danos morais, no valor de R$ 370 mil, solicitado pela família de Preta, incluindo seu pai, o cantor e compositor Gilberto Gil. Eita!

A defesa da família ficou no comando do advogado Fredie Didier, que alegava que, até então, o padre não havia reconhecido verdadeiramente a responsabilidade pelos fatos, limitando-se apenas a reafirmar sua fé católica.

Nesta semana, finalmente os dois lados chegaram a um acordo: o padre Danilo César reconheceu que cometeu intolerância religiosa e se comprometeu a entregar cestas básicas a instituições de caridade. 

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Esperamos nunca mais ouvir coisas desse tipo, ainda mais em uma situação tão triste como essa.

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