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Fotos: Frase do dia de Carl Jung, famoso psiquiatra: 'Preciso ter um lado sombrio se quiser ser completo'
Publicado em 26 de junho de 2026 às 09:59
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Carl Jung, psiquiatra: “Preciso ter um lado sombrio se quiser ser completo” © Divulgação, Warner Bros. Pictures
Carl Jung, psiquiatra: “Preciso ter um lado sombrio se quiser ser completo”
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Carl Jung, conhecido como o pai da psicanálise, defendia a ideia de que é preciso abraçar nosso lado sombrio para sermos veridadeiramente inteiros © Reprodução, Wikimedia Commons
Carl Jung, conhecido como o pai da psicanálise, defendia a ideia de que é preciso abraçar nosso lado sombrio para sermos veridadeiramente inteiros
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Essa sombra, segundo Jung, não é necessariamente uma escuridão que carregamos, mas as características que não queremos ver em nós mesmos © Divulgação, Warner Bros. Pictures
Essa sombra, segundo Jung, não é necessariamente uma escuridão que carregamos, mas as características que não queremos ver em nós mesmos
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Segundo o psicanalista, ao escolher não abraçar essas partes reprimidas, acabamos dando ainda mais poder e controle para elas © Divulgação, Warner Bros. Pictures
Segundo o psicanalista, ao escolher não abraçar essas partes reprimidas, acabamos dando ainda mais poder e controle para elas
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Jung também defendia a ideia de que as partes sombrias que escondemos acabam sendo projetadas para fora de outra maneira © Reprodução, ETH-Bibliothek Zürich, Bildarchiv, Wikimedia Commons
Jung também defendia a ideia de que as partes sombrias que escondemos acabam sendo projetadas para fora de outra maneira
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Embora queiramos escondê-las como uma forma de nos encaixar socialmente, aceitar nossa escuridão é importante, inclusive, para sermos mais empáticos © Divulgação, Warner Bros. Pictures
Embora queiramos escondê-las como uma forma de nos encaixar socialmente, aceitar nossa escuridão é importante, inclusive, para sermos mais empáticos
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O psicanalista acreditava, portanto, que ser completo não é ser perfeito, mas ser inteiro © Divulgação, Warner Bros. Pictures
O psicanalista acreditava, portanto, que ser completo não é ser perfeito, mas ser inteiro