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Fotos: Já se passaram 20 séculos e Sêneca continua tendo razão: ‘Alheio é tudo aquilo que nos desperta desejo’
Publicado em 9 de outubro de 2026 às 13:07
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Já se passaram 20 séculos e Sêneca continua tendo razão: ‘Alheio é tudo aquilo que nos desperta desejo’ © Divulgação, Paramount Pictures
Já se passaram 20 séculos e Sêneca continua tendo razão: ‘Alheio é tudo aquilo que nos desperta desejo’
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Qualquer bem material pode desaparecer da nossa vida a qualquer momento, e o curioso é que nem mesmo o desejo de ter todas essas coisas é nosso © Divulgação, Everett Collection
Qualquer bem material pode desaparecer da nossa vida a qualquer momento, e o curioso é que nem mesmo o desejo de ter todas essas coisas é nosso
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Aquilo que desejamos porque vimos outra pessoa usando, porque está na moda ou porque não para de aparecer diante dos nossos olhos, segundo Sêneca, nem sequer nos pertence de verdade quando compramos © Shutterstock, ded pixto
Aquilo que desejamos porque vimos outra pessoa usando, porque está na moda ou porque não para de aparecer diante dos nossos olhos, segundo Sêneca, nem sequer nos pertence de verdade quando compramos
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Segundo Sêneca, nos adaptamos tão rapidamente a qualquer coisa que conquistamos ou compramos que, em questão de dias, voltamos ao mesmo nível de satisfação de antes © Reprodução, gpointstudio/Magnific
Segundo Sêneca, nos adaptamos tão rapidamente a qualquer coisa que conquistamos ou compramos que, em questão de dias, voltamos ao mesmo nível de satisfação de antes
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O sociólogo Zygmunt Bauman dizia que 'na sociedade atual, todas as ideias de felicidade sempre acabam em uma loja' © Reprodução, Magnific.com
O sociólogo Zygmunt Bauman dizia que 'na sociedade atual, todas as ideias de felicidade sempre acabam em uma loja'
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Sêneca não propunha renunciar a tudo, apenas nos perguntarmos, todos os dias, quais desejos passaram pela nossa cabeça e de onde vieram © Reprodução, snowing/Magnific
Sêneca não propunha renunciar a tudo, apenas nos perguntarmos, todos os dias, quais desejos passaram pela nossa cabeça e de onde vieram
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Se os desejos nascem de uma falta que é nossa, faz sentido atendê-los como uma necessidade. Se nascem de uma vitrine, da vida de outra pessoa ou de algo que vimos em uma tela, são simplesmente alheios, e é melhor não lhes dar espaço © Reprodução, FreePik
Se os desejos nascem de uma falta que é nossa, faz sentido atendê-los como uma necessidade. Se nascem de uma vitrine, da vida de outra pessoa ou de algo que vimos em uma tela, são simplesmente alheios, e é melhor não lhes dar espaço