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Fotos: 'Justiça por Ludmilla': Marcão do Povo é absolvido pelo STJ de acusação de injúria racial contra cantora e web se revolta
Publicado em 24 de dezembro de 2024 às 00:56
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'Justiça por Ludmilla': Marcão do Povo é absolvido pelo STJ de acusação de injúria racial contra cantora e web se revolta © Reprodução, Instagram
'Justiça por Ludmilla': Marcão do Povo é absolvido pelo STJ de acusação de injúria racial contra cantora e web se revolta
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Ludmilla foi chamada de Marcão do Povo em 2017 quando apresentador estava na Record TV © Divulgação, SBT
Ludmilla foi chamada de Marcão do Povo em 2017 quando apresentador estava na Record TV
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Marcão do Povo foi demitido da Record TV e contratado pelo SBT logo depois, mesmo com o caso de racismo © Divulgação, SBT
Marcão do Povo foi demitido da Record TV e contratado pelo SBT logo depois, mesmo com o caso de racismo
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Decisão do STJ de absolver Marcão do Povo de caso de injúria racial revolta web: 'Justiça por Ludmilla' © Divulgação, Steff Lima
Decisão do STJ de absolver Marcão do Povo de caso de injúria racial revolta web: 'Justiça por Ludmilla'
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'Que absurdo isso! O racismo é legalizado demais no Brasil mesmo, né? To enojada! JUSTIÇA POR LUDMILLA', escreveu um usuário do X, antigo Twitter © Divulgação, Steff Lima
'Que absurdo isso! O racismo é legalizado demais no Brasil mesmo, né? To enojada! JUSTIÇA POR LUDMILLA', escreveu um usuário do X, antigo Twitter
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Equipe de Ludmilla se pronunciou: 'Confiamos que o colegiado reverterá a decisão, julgando a conduta do acusado criminosa e preconceituosa, impedindo, assim, um imenso retrocesso para a luta contra o racismo no País' © Divulgação, Steff Lima
Equipe de Ludmilla se pronunciou: 'Confiamos que o colegiado reverterá a decisão, julgando a conduta do acusado criminosa e preconceituosa, impedindo, assim, um imenso retrocesso para a luta contra o racismo no País'
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Após uma condenação em segunda instância, o caso chegou ao STJ, onde foi decidido que a condenação se baseou em um vídeo editado, comprometendo a avaliação do contexto © AGNews
Após uma condenação em segunda instância, o caso chegou ao STJ, onde foi decidido que a condenação se baseou em um vídeo editado, comprometendo a avaliação do contexto