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Fotos: Ministério Público pede acesso aos contratos de Neymar e Virgínia com casa de apostas; estratégias de marketing usadas pelos famosos estão sob análise
Publicado em 24 de junho de 2026 às 16:36
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Ministério Público pede acesso aos contratos de Neymar e Virgínia com casa de apostas; estratégias de marketing usadas pelos famosos estão sob análise © Reprodução/Instagram, @virginia @neymarjr
Ministério Público pede acesso aos contratos de Neymar e Virgínia com casa de apostas; estratégias de marketing usadas pelos famosos estão sob análise
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Segundo informações divulgadas pelo g1, o Ministério Público solicitou os contratos publicitários de Neymar Jr., Virginia Fonseca e outros influenciadores para analisar as estratégias de marketing utilizadas pela plataforma Blaze. © Reprodução/Instagram, @virginia
Segundo informações divulgadas pelo g1, o Ministério Público solicitou os contratos publicitários de Neymar Jr., Virginia Fonseca e outros influenciadores para analisar as estratégias de marketing utilizadas pela plataforma Blaze.
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Além de Neymar e Virgínia, a 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) solicitou à empresa cópias dos contratos de publicidade firmados com Lucas Lira e Bruna Sunaika © Reprodução/Instagram, @lucaslira
Além de Neymar e Virgínia, a 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) solicitou à empresa cópias dos contratos de publicidade firmados com Lucas Lira e Bruna Sunaika
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De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Neymar Jr. e Virginia Fonseca não são investigados; a apuração busca verificar a conformidade regulatória e possíveis práticas abusivas atribuídas à plataforma de apostas © Reprodução/Instagram, virginia
De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Neymar Jr. e Virginia Fonseca não são investigados; a apuração busca verificar a conformidade regulatória e possíveis práticas abusivas atribuídas à plataforma de apostas
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Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, mais de 42 mil reclamações registradas contra a Blaze ajudaram a motivar a instauração do inquérito civil público. © Reprodução/Instagram, virginia
Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, mais de 42 mil reclamações registradas contra a Blaze ajudaram a motivar a instauração do inquérito civil público.
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De acordo com informações divulgadas pelo g1, a investigação analisa campanhas publicitárias que utilizaram a expressão "renda extra", considerada um dos pontos centrais da apuração © Reprodução/Instagram, virginia
De acordo com informações divulgadas pelo g1, a investigação analisa campanhas publicitárias que utilizaram a expressão "renda extra", considerada um dos pontos centrais da apuração
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Segundo o MPDFT, a plataforma deverá apresentar relatórios detalhados sobre bloqueios de contas, retenção de valores e critérios utilizados para restringir usuários © Reprodução/Instagram
Segundo o MPDFT, a plataforma deverá apresentar relatórios detalhados sobre bloqueios de contas, retenção de valores e critérios utilizados para restringir usuários
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De acordo com a Promotoria de Defesa do Consumidor, a investigação também pretende esclarecer possíveis irregularidades relacionadas à publicidade enganosa e à proteção de dados dos consumidores © Getty Images
De acordo com a Promotoria de Defesa do Consumidor, a investigação também pretende esclarecer possíveis irregularidades relacionadas à publicidade enganosa e à proteção de dados dos consumidores
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Segundo informações divulgadas pelo Ministério Público, a Blaze poderá enfrentar medidas judiciais que incluem pedido de indenização por danos morais coletivos estimado em R$ 120 milhões © Reprodução/Instagram, @virginia @neymarjr
Segundo informações divulgadas pelo Ministério Público, a Blaze poderá enfrentar medidas judiciais que incluem pedido de indenização por danos morais coletivos estimado em R$ 120 milhões
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De acordo com o inquérito citado pelo g1, as autoridades querem verificar se as campanhas com influenciadores seguiram corretamente as normas de defesa do consumidor em vigor no país © Reprodução/Instagram, @jogueblaze
De acordo com o inquérito citado pelo g1, as autoridades querem verificar se as campanhas com influenciadores seguiram corretamente as normas de defesa do consumidor em vigor no país
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Segundo o MPDFT, mecanismos de jogo responsável, como autoexclusão e limites de apostas, também estão sendo analisados devido aos riscos de superendividamento e ludopatia © Reprodução/Instagram, @jogueblaze
Segundo o MPDFT, mecanismos de jogo responsável, como autoexclusão e limites de apostas, também estão sendo analisados devido aos riscos de superendividamento e ludopatia