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Fotos: Gabriel Rolón, o psicólogo argentino que enche estádios: 'Às vezes, a gente deseja mais ter sido feliz do que ser feliz'
Publicado em 27 de outubro de 2026 às 19:00
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Gabriel Rolón, o psicólogo argentino que enche estádios: 'Às vezes, a gente deseja mais ter sido feliz do que ser feliz' © Divulgação, A24
Gabriel Rolón, o psicólogo argentino que enche estádios: 'Às vezes, a gente deseja mais ter sido feliz do que ser feliz'
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O psicólogo e escritor argentino Gabriel Rolón é conhecido por levar reflexões sobre emoções, relacionamentos e felicidade para os palcos © Reprodução, Instagram @gabriel.rolon
O psicólogo e escritor argentino Gabriel Rolón é conhecido por levar reflexões sobre emoções, relacionamentos e felicidade para os palcos
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Em entrevista ao jornal La Nación, o psicólogo refletiu sobre como podemos nos prender à saudade de uma época que passou ou à expectativa de que a felicidade chegará mais tarde © Divulgação, Universal Pictures
Em entrevista ao jornal La Nación, o psicólogo refletiu sobre como podemos nos prender à saudade de uma época que passou ou à expectativa de que a felicidade chegará mais tarde
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É fácil olhar para trás e pensar que éramos mais felizes em outra fase © Divulgação, Touchstone Pictures
É fácil olhar para trás e pensar que éramos mais felizes em outra fase
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Da mesma forma, podemos adiar a felicidade para quando conseguirmos um novo emprego, tivermos mais dinheiro ou finalmente sairmos de férias © Reprodução, Instagram @gabriel.rolon
Da mesma forma, podemos adiar a felicidade para quando conseguirmos um novo emprego, tivermos mais dinheiro ou finalmente sairmos de férias
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Enquanto isso, momentos agradáveis passam quase despercebidos, ocupados que estamos com aquilo que falta © Divulgação, Universal Pictures
Enquanto isso, momentos agradáveis passam quase despercebidos, ocupados que estamos com aquilo que falta
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Pesquisadores acompanharam 2.250 adultos e observaram que, em 46,9% dos registros, os participantes pensavam em algo diferente da atividade que realizavam. Nesses momentos, em média, relatavam níveis mais baixos de felicidade © Freepik
Pesquisadores acompanharam 2.250 adultos e observaram que, em 46,9% dos registros, os participantes pensavam em algo diferente da atividade que realizavam. Nesses momentos, em média, relatavam níveis mais baixos de felicidade