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Fotos: Os especialistas em psicologia são unânimes: as pessoas que não gostam de abraços não o fazem por desinteresse, mas por terem uma maior sensibilidade aos estímulos físicos
Publicado em 7 de setembro de 2026 às 15:15
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Tia Milena, do BBB 26, não gostava de receber abraços. © Reprodução/TV Globo
Tia Milena, do BBB 26, não gostava de receber abraços.
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Para a psicologia, evitar abraços não significa necessariamente falta de afeto, frieza ou desinteresse pelas pessoas. O comportamento pode estar relacionado a diferentes características individuais, experiências de vida e até à forma como cada pessoa percebe estímulos físicos. © Divulgação, Fox
Para a psicologia, evitar abraços não significa necessariamente falta de afeto, frieza ou desinteresse pelas pessoas. O comportamento pode estar relacionado a diferentes características individuais, experiências de vida e até à forma como cada pessoa percebe estímulos físicos.
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A professora Suzanne Degges-White, da Universidade do Norte de Illinois, explica que a relação com o contato físico pode começar a ser construída muito cedo. © Reprodução/Instagram, @matheusgonze1
A professora Suzanne Degges-White, da Universidade do Norte de Illinois, explica que a relação com o contato físico pode começar a ser construída muito cedo.
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Crianças que cresceram em ambientes nos quais abraços e outras manifestações físicas de carinho eram comuns podem desenvolver maior familiaridade com esse tipo de contato. © Reprodução/TV Globo
Crianças que cresceram em ambientes nos quais abraços e outras manifestações físicas de carinho eram comuns podem desenvolver maior familiaridade com esse tipo de contato.
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Pessoas que evitam contato a qualquer custo podem apresentar maior necessidade de autonomia e sentir desconforto diante de situações que envolvam muita proximidade ou vulnerabilidade emocional. © Reprodução/Instagram, @vinijr
Pessoas que evitam contato a qualquer custo podem apresentar maior necessidade de autonomia e sentir desconforto diante de situações que envolvam muita proximidade ou vulnerabilidade emocional.
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O contato físico intenso pode, em alguns casos, representar uma invasão de um espaço pessoal que a pessoa prefere preservar. © Reprodução/TV Globo
O contato físico intenso pode, em alguns casos, representar uma invasão de um espaço pessoal que a pessoa prefere preservar.
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Experiências traumáticas também podem influenciar a relação de alguém com o contato corporal. Em situações mais complexas, determinados toques podem funcionar como gatilhos associados a experiências anteriores de invasão de limites ou de espaço pessoal. © AGNews, /Dilson Silva
Experiências traumáticas também podem influenciar a relação de alguém com o contato corporal. Em situações mais complexas, determinados toques podem funcionar como gatilhos associados a experiências anteriores de invasão de limites ou de espaço pessoal.