Um processo contra Neymar e que corre desde 2021 está na reta final. A Justiça determinou no mês que passado que o jogador e o ativista A. M. apresentassem as alegações finais antes do martelo ser batido.
O processo teve início depois que oa tacante do Santos foi acusado pelo anônimo de planejar um assalto armado contra o autor da ação. A. M. acusou ainda Neymar de supostamente ter atitudes homofóbicas e relatou ameaças de morte que teriam sido feitas pelo advogado do camisa 10 do Santos.
Procurada pelo Purepeople nesta manhã de quarta-feira (28) a assessoria de imprensa do jogador afirmou que não irá se pronunciar. A informação é da colunista Fábia Oliveira, do "Metrópoles".
Nos autos, A. M. pede uma indenização de danos materiais (R$ 42 mil) e uma segunda por danos morais (R$ 1 milhão). Por sua vez, Neymar e seu advogado apresentaram à Justiça seus posicionamentos nos últimos dias 13 e 21 deste mês.
Eles solicitaram que a ação seja julgada como improcedente uma vez que para ambos o ativista não comprovou as acusações, seja sobre as possíveis ameaças, tampouco no roubo do celular, prejuízos financeiros e prejuízos morais.
Por sua vez, na terça-feira desta semana (27), o ativista ao levar as alegações à Justiça reforçou que seus pedidos de produção de provas feitas anteriormente foram indeferidas. Com isso, alegou ter sido prejudicado e solicitou que não haja julgamento por ora para que tais provas sejam autorizadas.
Na visão de A. M., caso haja recusa poderá ser entendido como "configuração do cerceamento da defesa". E que caso o pleito venha a ser indeferido, a ação leve à condenação de Neymar e do advogado do atacante do Santos, citado em conversas entre Daniel Vorcaro e o sócio do banqueiro.