Derrotado nas eleições de 2026, embora se considere o 'líder do país' em uma carta publicada, Flávio Bolsonaro fugiu para os Estados Unidos apenas alguns dias depois do resultado das urnas. Agora em terras norte-americanas, o filho de Jair Bolsonaro deixou para trás uma vida de puro conforto no Brasil, especialmente quando falamos de sua mansão principal.
Avaliada em R$ 6 milhões, a propriedade de Flávio Bolsonaro fica no Residencial Ouro Branco, no Lago Sul, uma das regiões mais valorizadas de Brasília, e foi adquirida pelo então Senador em 2021. Ao todo são 2,4 mil m² de terreno, com cerca de 1,1 mil m² de área construída.
Com a mudança de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos, onde está atualmente com a mulher e as duas filhas adolescentes, a casa deverá permanecer fechada por tempo indeterminado, segundo informações do jornal Extra.
Distribuída em dois pavimentos, a mansão tem pisos de mármore carrara e crema marfil. Entre os ambientes da residência estão quatro suítes amplas, sendo uma delas equipada com hidromassagem, além de academia e spa com aquecimento solar.
A área de lazer conta ainda com espaço gourmet e brinquedoteca. Na parte interna, a residência dispõe de salas de estar e jantar, escritório e home theater, e o projeto inclui recursos modernos, como persianas automatizadas e iluminação em LED.
A estrutura também contempla elevador, lavanderia coberta, dependências para empregados e motorista e oito vagas de garagem. Veja fotos da mansão de Flávio Bolsonaro acessando a galeria!
A compra da mansão em Brasília foi realizada por meio de uma combinação de recursos próprios e financiamento bancário. Segundo o jornal Extra, Flávio Bolsonaro pagou aproximadamente R$ 2,87 milhões com dinheiro próprio. Os recursos teriam vindo de depósitos feitos após a venda de um imóvel anterior e da participação em uma loja de chocolates no Rio de Janeiro, que encerrou as atividades.
Os R$ 3,1 milhões restantes foram financiados pelo Banco de Brasília (BRB), envolvido com Daniel Vorcaro, em um contrato dividido em 360 parcelas, com prazo de 30 anos e juros de 3,71% ao ano.
A operação entrou no radar da Polícia Federal durante as investigações envolvendo o Banco Master, uma vez que a o Senador fez a quitação antecipada do financiamento. Apesar das suspeitas, nenhuma conclusão foi tomada pela PF.