Apresentador do Globoplay, Rodrigo Faro se tornou alvo de mais um processo que envolve acusação por "publicidade abusiva e enganosa" ligada à Triê Soluções Financeiras. Ações semelhantes já correm nas Justiças do Mato Grosso e de São Paulo, local deste terceiro caso contra o comandante do reality "Herança em Jogo".
O novo processo passou a correr no último dia 22 no Tribunal de Justiça de São Paulo. Além de Faro e da Triê, D. R. de S. citou a RF Comércio e Produções Artísticas LTDA. e alegou ter contratado a empresa de soluções financeiras diante de dívidas ligadas a um financiamento de veículo. Com isso, sua intenção era reduzir o valor das parcelas e, consequentemente, o montante da dívida.
Na versão da autora, a Triê não cumpriu o acordo e ela acabou tendo o carro apreendido, informa a colunista Fábia Oliveira, do "Metrópoles". O Purepeople aguarda retorno dos representantes de Faro.
Nos autos, a anônima solicita a suspensão do contrato e que a Triê não cobre mais as parcelas faltantes, além da rescisão de uma vez por todas do vínculo. Quer também receber em dobro o que havia pagado (R$ 27 mil) além de indenização de danos morais de R$ 15 mil - com isso, receberia R$ 46.453,36.
Mas onde entra Rodrigo Faro nessa questão? D. afirmou nos autos que o fato do ex-apresentador da Band e da Record ser o garoto-propaganda acabou a levando à contratação dos serviços. Para a anônima, o comunicador emprestou imagem e credibilidade à Triê.
E não é só isso: na sua visão, a participação de Faro não se limitou à divulgação publicitária. Além disso, entende que a empresa não prestou os serviços anunciados pelo marido de Vera Viel. D. inclui também a RF Comércio e Produções Artísticas pois o apresentador é um dos sócio-administrador e por aparecer no contrato entre o famoso e a Triê.
Coube a ela emprestar voz, imagem e nome do artista, pai de três filhas.