O termo WAG voltou a ser comentado nas redes sociais nos últimos meses, especialmente depois do documentário de Victoria Beckham, na Netflix. e vem do inglês Wives and Girlfriends (esposas e namoradas, em tradução literal), para abordar de forma estereotipada mulheres em relacionamentos com grandes figuras do esporte internacional.
Formada em Relações Internacionais, poliglota e com uma carreira que inclui a loja de departamento de luxo Bergdorf Goodman, em Nova Iorque, e as revistas Vogue e Marie Claire, Kelly Piquet também se viu diante desse rótulo ao se relacionar com o piloto de Fórmula 1 Max Verstappen.
Em entrevista exclusiva ao Purepeople, a mãe da pequena Lily conta como lida com a questão e, convidada pela Eudora para ressignificar a sigla, detalha sua rotina, aprendizados e cuidados de beleza.
"Hoje, ser uma WAG pode significar ser uma mulher com propósito, com carreira, com sonhos próprios, alguém que constrói ao lado, mas também por si. É
sobre mostrar que amor e independência podem coexistir, e que cada uma de nós tem o direito de escrever a sua própria narrativa", afirma. Veja entrevista a seguir!
Purepeople: Você se formou em Relações Internacionais, fala cinco idiomas, já trabalhou com Relações Públicas, na icônica loja de departamento de luxo Bergdorf Goodman em Nova Iorque e nas revistas Vogue e Marie Claire. Acho que pouca gente sabe isso sobre você, né?
É verdade, esse é um lado meu que nem todo mundo conhece. Sempre fui muito dedicada aos estudos e à minha carreira, antes mesmo da minha vida se tornar pública. Minha formação combina muito com a forma como cresci: entre culturas, idiomas e perspectivas diferentes.
Por ser filha de pai brasileiro e mãe holandesa e ter vivido em países tão distintos, falar outras línguas acabou acontecendo de forma muito natural. Também tive experiências incríveis trabalhando na Bergdorf Goodman, na Vogue e na Marie Claire, que me deram uma visão única de moda, cultura e comunicação. Tudo isso faz parte de quem eu sou hoje.
PP: Você tem algum hobby ou interesse inusitado?
Eu pratico yoga e gosto muito de música. Escuto vários gêneros, mas tenho um carinho especial pelo rock, e minha banda preferida é o Muse. Também adoro viajar, caminhar na natureza e incluir exercícios na rotina, como o padel, que virou um dos meus esportes favoritos.
PP: Você vive entre diferentes países e climas. Como mantém o cabelo saudável com tanta mudança?
É um desafio real. O clima seco, a água, até a alimentação influenciam. Então, procuro adaptar minha rotina conforme o lugar, mas nunca viajo sem um bom shampoo e máscara de tratamento. A textura e o perfume dos produtos de Eudora Siàge fazem parte da minha mala.
PP: O que te atraiu na parceria com Eudora e como a marca reflete seus valores de empoderamento, sofisticação e autoexpressão?
O que mais me atraiu em Eudora é a forma como a marca entende que beleza e empoderamento caminham juntos. Sempre admirei a maneira como Eudora celebra a mulher real, confiante, sofisticada e que se expressa sem medo.
Eu acredito que a verdadeira sofisticação vem da autenticidade, e sinto que isso está no DNA da marca. Essa parceria é muito natural pra mim, porque compartilho da mesma filosofia: viver com propósito, elegância e atitude.
A proposta de ressignificar o termo é o ponto de partida da plataforma “What A Glam” (W-A-G), em português “Que Glamour!”, apresentado pela Eudora durante um dos momentos mais prestigiados do calendário esportivo mundial, ao lado de Kelly Piquet.
A ideia é tirar a sigla tirando do lugar e estereótipo para enaltecer essas mulheres como referências de ambição, autenticidade e elegância contemporânea, iluminando quem sempre esteve em cena, agora com a narrativa que lhes pertencem.
“As chamadas WAGs foram, historicamente, retratadas como personagens à margem dos grandes atletas. Agora, sob o olhar de Eudora, elas ganham uma nova narrativa: a de quem comanda, inspira e transforma. Este movimento nasce para reforçar um novo protagonismo feminino. Não é sobre quem elas acompanham, e sim sobre o que lideram", afirma Giovana Orlandeli, diretora de Comunicação de Eudora, Truss, O.U.I, Vult e Marcas Growth do Grupo Boticário.
Ela completa: "É uma mudança de paradigma que reconhece que a beleza e o sucesso vêm da própria jornada e dos próprios méritos. Por muitos anos, essas histórias foram lidas à sombra de outras narrativas. Hoje, fazemos o oposto: colocamos essas protagonistas no centro, com voz, direção e influência cultural. Na plataforma, iluminamos talento, ambição e autenticidade, transformando presença em potência e glamour em propósito".