Continua na Justiça a quebra de braço entre Vini Jr. e a Light, companhia responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Rio de Janeiro. Inquilino de um castelo de luxo e milionário nos EUA, o atacante do Brasil na Copa 2026 recorreu na Justiça após derrota em processo movido contra a companhia. O desdobramento teve início na terça-feira dia 16.
Na ação, Vini pede condenação à Light e que a empresa uma série de documentos como protocolos de atendimento, na chamada "ação de produção antecipada de provas". Citado em outra ação na Justiça, o camisa 7 alega ter um crédito com a companhia elétrica de R$ 162 mil - cabe aqui um parêntese: em abril foi divulgado que o jogador receberia quase R$ 108 milhões ao ano no Real Madrid, ou seja, R$ 9 milhões/mês.
Esse crédito de menos de 2% do seu salário mensal teria sido passado verbalmente por funcionário da Light a Vini depois que o jogador "gastou uma nota" em reforma de adequação elétrica, conta a colunista Fabia Oliveira, do "Metrópoles". Contudo, a Justiça não deferiu o pedido do namorado de Virginia, com quem reatou, segundo ela mesma expôs na TV.
Na análise, houve o entendimento de que o atacante "não demonstrou a necessidade da medida solicitada". Agora, Vini Jr. em seu recurso indicou que houve equívoco por parte do magistrado por ficar ao lado da Light em relação aos possíveis créditos. Para o famoso, a ação deveria se debruçar na permissão ou não do acesso aos documentos que ele solicitava.
Portanto, não deveria haver a análise, no momento, se havia ou não crédito da Light a Vini.
Nos seus argumentos, Vini Jr., dono de mansão triplex no Rio, indicou que tais documentos são essenciais para se atestar se houve cobrança em excesso relacionadas às obras, se ele pode pleitar um crédito por conta dos serviços, e se algum valor foi estornado. O camisa 7 reforça que esses arqivos estão com a Light e que a distribuidora de energia teria se negado a apresentar tal documentação.
Em outro momento, o jogador que chamou atenção por detalhe íntimo em foto lembra que gravações de atendimento não ficam guardadas por muito tempo. Daí a chance de se perder uma parcela das possíveis provas.