Xuxa é condenada pela Justiça a pagar R$ 50 mil de indenização por plágio
Publicado em 10 de outubro de 2014 às 10:08
Xuxa terá que pagar ao publicitário mineiro Leonardo Soltz o valor de R$ 50 mil por causa de um processo em que a apresentadora é acusada de plágio, de acordo com o jornal "Agora S. Paulo" desta sexta-feira (10). Autor da ação, Soltz entrou com o processo há dez anos para reclamar que persoangens da Turma do Cabralzinho, que alega ser de sua autoria, são semelhantes aos da "Turma da Xuxa". Este não é o primeiro processo envolvendo a apresentadora da Globo em pouco tempo. Em 2013, Xuxa conseguiu na justiça proibir a comercialização do filme "Amor Estranho Amor" (1982). O desembargador Claudio de Mello Tavares, da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, negou um recurso da Cinearte Produções, distribuidora do longa-metragem, que pedia o direito de relançar o filme. A empresa alegou, na ação, que o "contrato de cessão dos direitos com a apresentadora terminou em 2009". Segundo o jornal "O Globo", Xuxa paga por mês o valor de R$ 10 mil para garantir que a produtora não c
Xuxa é condenada a pagar R$ 50 mil após ser acusada de plágio, diz  jornal
Autor da ação,  Leonardo Soltz alega ter criado personagens semelhantes aos da 'Turma da Xuxa'
Xuxa chegou a recorrer da decisão da justiça sobre processo de plágio, mas o pedido não foi deferido
Xuxa é acusada de ter plagiado personagens da 'Turma da Xuxa' e autor reclama lucros e direitos autorais
Leonardo Soltz é o autor do projeto Turma do Cabralzinho e moveu um processo de plágio contra Xuxa há dez anos
Xuxa conseguiu vencer processo na Justiça retirar o filme 'Amor Estranho Amor' de circulação

Xuxa terá que pagar ao publicitário mineiro Leonardo Soltz o valor de R$ 50 mil por causa de um processo em que a apresentadora é acusada de plágio, de acordo com o jornal "Agora S. Paulo" desta sexta-feira (10). Autor da ação, Soltz entrou com o processo há dez anos para reclamar que persoangens da Turma do Cabralzinho, que alega ser de sua autoria, são semelhantes aos da "Turma da Xuxa".

Este não é o primeiro processo envolvendo a apresentadora da Globo em pouco tempo. Em 2013, Xuxa conseguiu na justiça proibir a comercialização do filme "Amor Estranho Amor" (1982). O desembargador Claudio de Mello Tavares, da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, negou um recurso da Cinearte Produções, distribuidora do longa-metragem, que pedia o direito de relançar o filme. A empresa alegou, na ação, que o "contrato de cessão dos direitos com a apresentadora terminou em 2009". Segundo o jornal "O Globo", Xuxa paga por mês o valor de R$ 10 mil para garantir que a produtora não comercialize o longa.

Por causa da participação no filme, Xuxa chegou a ser hostilizada na Câmara dos Deputados em uma sessão da "Lei da Palmada" por um deputado, que citou o longa contra a apresentadora: 'Provocou a maior violência contra as crianças em um filme pornô", disse o parlamentar.

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