Sabrina Sato destacou a virilha sarada e lisinha ao desfilar como rainha de bateria da Gaviões da Fiel no Carnaval 2026 no começo da madrugada deste domingo (15). Aos 45 anos e apaixonada pelos dias de folia, a mulher de Nicolas Prattes já enfrentou um perrengue ao cruzar o Anhembi, mas dessa vez sem nenhum imprevisto.
Rainha de bateria também da Vila Isabel, Sabrina desde 2004 desfila pela Gaviões, da qual ocupa o cobiçado posto desde 2019. No carnaval da preta e branca deste ano, a apresentadora representou a floresta viva em uma fantasia bem colorida (em tons de rosa, lilás e azul) e que valorizou o seu corpo torneado, com muita pele à mostra.
Apesar do tema, o verde não foi visto nem na roupa de carnaval de Sabrina e tampouco nas alas e carros alegóricos da Gaviões, rival do Palmeiras. "A Protea, uma das flores mais antigas do planeta, nasce onde quase tudo parece impossível. Resiste ao extremo, floresce depois do fogo e faz da adversidade um recomeço", contou a rainha ao "gshow".
Bem-humorada, durante conversa com a TV Globo, Sabrina revelou planos de seguir no carnaval mesmo com o passar das décadas. E fez uma promessa lembrando o desfile de 1991 da Unidos do Viradouro em homenagem a uma icônica humorista brasileira, que venceu um câncer.
"Carnaval, você sempre vai me ver desfilar. Vou desfilar igual a Dercy (Gonçalves, 1907-2008), 90 e poucos anos com os seios à mostra. Vou guardar para desfilar nessa época, para quando tiver 90 e poucos anos", disparou ela, cujo pai segue tratamento contra um câncer.
Além da Gaviões, desfilaram na segunda noite dedicada ao Grupo Especial a Império de Casa Verde, Águia de Ouro e Mocidade Alegre. Estrela do Terceiro Milênio, Tom Maior e Camisa Verde e Branco completaram a festa. A agremiação ligada ao Corinthians fez um enredo em homenagem aos povos originários.
Em "Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã", o abre-alas chamou atenção pelo comprimento (73 metros) e pela altura (atingia 22 metros) e por trazer o mascote da agremiação, o gavião. Indígenas célebres como Raoni e Davi Kopenawa foram lembrados pela escola.
Com quatro títulos no Grupo Especial, a preta e branca não é campeã desde 2003.