1kg de macarrão e uma pizza inteira por dia: o segredo por trás da alimentação de Michael Phelps que o fazia bater recordes nas Olimpíadas
Publicado em 25 de outubro de 2025 às 07:05
Por Pedro Henrique Cabo | Colaborador
Geek fashionista que canta 'Let It Go' no chuveiro, trata 'O Diabo Veste Prada' como religião e escolheu Piplup como seu inicial. Jornalista metido a designer, cinéfilo de Letterboxd e amante das artes.
No Dia Nacional do Macarrão, o recordista olímpico vira o símbolo perfeito da data comemorada em 25 de outubro; veja dieta completa do nadador
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Neste sábado, 25 de outubro, é comemorado o Dia Nacional do Macarrão, uma data que homenageia um dos alimentos mais queridos do mundo e que tem tudo a ver com a rotina de um dos maiores atletas da história: Michael Phelps.

Sancionada em 2014, pela então presidente do Brasil Dilma Rousseff, a data marca uma tradição que começou em 1995, durante o I Congresso Mundial de Macarrão, realizado em Roma. E se tem alguém que poderia ser o garoto-propaganda dessa comemoração, é Phelps, o nadador estadounidense que levou o amor pela massa a outro nível.

Michael Phelps: o homem que nadava, dormia e comia (muito)

O astro da natação Michael Phelps, dono de 28 medalhas olímpicas e 37 recordes mundiais, já declarou em entrevistas sentir saudades da torcida brasileira. O atleta, que ficou conhecido por sua disciplina extrema, também impressionava por outro motivo: a quantidade absurda de comida que consumia diariamente durante as Olimpíadas de Pequim, em 2008.

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Segundo o GE, em reportagem publicada em 14 de agosto de 2008, Phelps revelou ao jornal inglês The Guardian que sua dieta chegava a 12 mil calorias por dia, cerca de seis vezes mais que o recomendado para um adulto comum.

Ele mesmo descreveu sua rotina em Pequim como simples e direta: “comer, dormir e nadar”. Mas, convenhamos, o verbo “comer” ganhava outro significado em seu caso.

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O cardápio começava já com um verdadeiro banquete matinal. No café da manhã, três sanduíches de ovo frito com queijo, alface, tomate, cebola frita e maionese, acompanhados de três xícaras de café, um omelete de cinco ovos, uma tigela de cereais, três fatias de torrada com açúcar e três panquecas de chocolate.

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Para o almoço, o nadador devorava meio quilo de macarrão, dois sanduíches grandes de queijo com presunto e maionese, além de 1.000 calorias em bebidas energéticas.

E o jantar seguia a mesma lógica: mais meio quilo de macarrão, uma pizza inteira e mais 1.000 calorias de energético para garantir o combustível necessário.

O preço da perfeição (e da fome olímpica)

Apesar de parecer uma insanidade alimentar, a dieta fazia parte de uma estratégia rigorosa. Com treinos que chegavam a seis horas diárias dentro da piscina, Phelps precisava repor energia em proporções equivalentes ao esforço. E funcionou: em Pequim, o americano conquistou oito medalhas de ouro em uma única edição dos Jogos Olímpicos, feito jamais igualado por outro atleta.

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Hoje, com o cabelo mais comprido e um coque samurai acompanhado de barba cheia, o ex-nadador já não mantém o mesmo apetite dos tempos dourados, mas segue como uma lenda viva do esporte.

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