À frente do 'Globo Repórter', Sandra Annenberg, de 58 anos, revela insegurança com 'ao vivo' por efeito colateral da menopausa: 'Nevoeiro mental'
Publicado em 18 de junho de 2026 às 10:48
Por Hernane Freitas | Colaborador TV e celebs
Amante do universo pop e das celebridades em geral. Não vivo sem música, uma boa xícara de chá verde e te dou as melhores recomendações de doramas.
Sandra Annenberg abriu o jogo sobre um desafio inesperado após os 50 anos: um dos principais sintomas da menopausa a fez sentir insegurança em momentos cruciais ao vivo
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Uma das jornalistas mais famosas e queridas do Brasil, Sandra Annenberg tem feito sucesso no 'Globo Repórter' com sua dinâmica divertida ao lado de William Bonner. Aos 58 anos, a jornalista refletiu sobre as mudanças em seu corpo e mente após a menopausa, período em que muitas mulheres fazem alterações na rotina.

Durante sua participação no programa 'Sem Censura', da TV Brasil, na última quarta-feira (17), Sandra, que teve uma atitude emocionante depois da filha assumir namoro, explicou que chegou a sentir insegurança em situações de transmissão ao vivo por conta de episódios de "brain fog", expressão usada para descrever o chamado "nevoeiro mental".

Segundo a jornalista, esse tipo de sintoma gerou preocupação em momentos importantes da carreira: "Um dos motivos que eu fico aflita em pensar de novo no ao vivo e eu percebi isso no final ali da minha era 'Jornal Hoje', é que tem horas que te faltam as palavras. O que eles chamam de 'brain fog', que é o nevoeiro mental", disse.

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Sandra Annenberg teve medo da mente falhar ao vivo

Sandra contou que entrou no climatério aos 50 anos e que, desde então, passou a observar diferentes mudanças no corpo. Ela explicou que, embora existam vários sintomas comuns, como ondas de calor e sudorese noturna, o que mais a afetou foi justamente o impacto na memória e na concentração, o que afeta diretamente sua profissão.

"Você tem vários sintomas, né? Você tem o fogacho, aquele calorão, você tem a sudorese noturna, enfim, é uma lista interminável de sintomas, mas, para mim, o que mais pegou foi a questão do nevoeiro mental, porque eu trabalho com isso. Então, o meu medo era dar um branco no ar, de ter que fazer um improviso", relatou.

Durante a entrevista, a jornalista, sempre muito discreta em sua vida pessoal, também relembrou uma situação tensa enquanto ainda apresentava o telejornal ao vivo. Na ocasião, ela precisou noticiar o incêndio na Catedral de Notre-Dame sem ter todas as informações disponíveis.

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"Entraram no meu ponto e falaram: 'Sandra, a gente vai plugar a câmera que está ao vivo da Reuters'. A gente não sabia como o fogo tinha começado, se havia pessoas no local, não sabíamos nada. Quanto mais você vai ficando aflita, menos você vai lembrando", recordou.

Debate sobre menopausa e naturalização do tema

Além de compartilhar sua experiência pessoal, Sandra Annenberg destacou a importância de falar com mais naturalidade sobre o climatério e a menopausa: "Eu acho que a gente está fazendo força para derrubar esses tabus, até porque começamos a falar sobre isso há pouco tempo. Eu entrei no climatério aos 50 anos e, nesses últimos oito anos, a gente começou a tratar do assunto com mais naturalidade e sem vergonha", encerrou. 

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