Renda francesa feita à mão, cristais e 640 horas de trabalho: o vestido de noiva de Elisa Zarzur para casar com Alexandre Negrão em Paris
Publicado em 6 de junho de 2026 às 16:32
Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Elisa subiu ao altar na Igreja de La Madeleine com um vestido Dior desenvolvido especialmente para seu casamento em Paris; veja fotos!
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O casamento de Elisa Zarzur e Alexandre Negrão, realizado neste sábado (6), na histórica Igreja de La Madeleine, em Paris, teve como um de seus grandes protagonistas o vestido escolhido pela noiva! Desenvolvida exclusivamente pela Dior, a criação de alta-costura traduz uma combinação entre tradição artesanal, referências contemporâneas e simbolismos que tornam a peça ainda mais especial.

O modelo representa um projeto construído ao longo de oito meses e resultado de uma colaboração próxima entre Elisa, o atelier da Dior e a equipe de Alta-Costura da maison francesa.

Vestido nasceu de uma busca que levou Elisa a diferentes maisons

Antes de encontrar o modelo ideal, Elisa Zarzur percorreu um caminho que incluiu visitas a algumas das mais importantes casas de moda do mundo. Acompanhada da stylist Rita Lazaroti, ela avaliou diferentes possibilidades até encontrar na Dior a conexão que procurava para um dos momentos mais importantes de sua vida!

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"Quando vi os primeiros sketches, soube que era ele. Não precisei de mais nada para decidir. Foi o vestido que eu não sabia que estava procurando", afirmou a noiva.

A partir dessa escolha, teve início um processo criativo que envolveu inúmeras trocas com a maison francesa e cinco viagens da empresária e influenciadora a Paris para acompanhar a evolução da peça.

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Referências da coleção Primavera-Verão 2026 e inspiração na natureza

O vestido teve como ponto de partida elementos presentes na coleção Christian Dior Primavera-Verão 2026. A criação explora formas orgânicas, volumes esculturais e diferentes texturas, características que dialogam diretamente com o universo estético da marca. A inspiração principal veio das curvas encontradas na natureza, conceito que aparece especialmente na construção da parte superior do vestido.

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O corpete foi desenhado para se afastar suavemente do corpo, criando um delicado efeito de pétala, um recurso que remete ao vocabulário criativo historicamente associado à maison fundada por Christian Dior.

Renda francesa, cristais e seda: os materiais que compõem a peça

Um dos maiores destaques da produção está na riqueza dos materiais empregados!

A parte superior do vestido foi confeccionada com renda Chantilly francesa marfim, tecida à mão e posteriormente bordada com cristais. Nas imagens divulgadas após a cerimônia, é possível observar a delicadeza das transparências, que aparecem nas mangas longas e em parte do busto, criando um visual sofisticado e extremamente refinado.

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Já a saia apresenta uma proposta de contraste elegante. Com cintura marcada e volume generoso, ela foi confeccionada em cetim duchese 100% seda, tecido conhecido pela estrutura encorpada e pelo brilho discreto, características que ajudam a sustentar a silhueta arquitetônica da peça.

O modelo também incorpora uma renda Cyclamen criada especialmente para o projeto, além de forro em tafetá e crepe de seda leve, reforçando a complexidade técnica da construção.

Costas abertas e cauda dramática transformam o visual

Outro elemento que chama atenção é o trabalho realizado na parte traseira do vestido.

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O modelo apresenta costas profundamente abertas, revelando dois painéis de renda que criam um efeito delicado e sofisticado. O detalhe ganha ainda mais destaque quando combinado ao longo véu coordenado pela própria Dior.

Nas imagens feitas na entrada da Igreja de La Madeleine, a extensão do véu acompanha a monumentalidade da arquitetura parisiense e amplia o impacto visual da produção. Já a cauda volumosa reforça a proposta clássica e atemporal do look. O resultado é um equilíbrio entre romantismo, imponência e leveza, sem abrir mão da identidade contemporânea que marcou o desenvolvimento da peça!

Vestido com valor histórico dentro da própria Dior

Além dos detalhes técnicos e estéticos, o vestido carrega um significado especial.

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A peça se tornou o último trabalho assinado pela costureira mais antiga ainda em atividade no atelier da Dior. O fato confere ao projeto uma dimensão emocional que vai além da moda e transforma o vestido em um registro importante da história da própria maison.

Após meses de desenvolvimento e mais de 640 horas de trabalho artesanal, a prova final aconteceu em Los Angeles, durante a passagem de Elisa pelo desfile Dior Cruise.

Joias Tiffany & Co. completaram a produção da noiva

Para finalizar o visual, Elisa Zarzur apostou em joias de Alta Joalheria da Tiffany & Co.

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A noiva usou colar, brincos e pulseira em platina com diamantes, peças que complementaram a proposta clássica e sofisticada do vestido sem competir com o protagonismo da criação de alta-costura.

A Dior também coordenou os demais elementos do styling, incluindo véu, sapatos e buquê, garantindo unidade estética à produção que marcou a cerimônia realizada em Paris.

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