Caso Marco Furlan: ator é indiciado após acusação de abuso a criança e advogada de defesa contesta a investigação. 'Em nenhum momento...'
Publicado em 12 de agosto de 2026 às 11:53
Por Hernane Freitas | Colaborador TV e celebs
Amante do universo pop e das celebridades em geral. Não vivo sem música, uma boa xícara de chá verde e te dou as melhores recomendações de doramas.
A defesa de Marco Furlan contesta o indiciamento do ator por estupro de vulnerável, alegando que exames não comprovaram abuso e que o ator não confessou confusão
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O ator Marco Furlan, de 48 anos, foi indiciado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável contra um menino autista de 5 anos, em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. O caso teria acontecido na madrugada de domingo (2), durante uma festa de aniversário em uma chácara, e é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município. 

Marco, que teve seu perfil em um aplicativo de relacionamentos exposto, está preso preventivamente no Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista. A unidade é destinada a presos provisórios envolvidos em crimes contra a dignidade sexual. A prisão foi mantida pela Justiça após uma audiência de custódia realizada em 3 de agosto, um dia depois do episódio.

A defesa do artista, no entanto, contesta o indiciamento e afirma que pretende provar a inocência dele durante o processo.

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Defesa contesta versão de que Marco Furlan teria confundido a criança

Em comunicado enviado ao Metrópoles, a advogada Graciele Queiroz questionou a condução da investigação e afirmou que Marco não teria dito que confundiu a criança com a namorada, informação que ganhou os noticiários nos últimos dias.

"Em nenhum momento Marco afirmou ter se enganado ou confundido a aniversariante com a criança. Essa versão não partiu dele e não corresponde ao que efetivamente declarou", diz um trecho. A defesa também afirma que os exames realizados na criança não teriam apontado elementos que comprovassem a ocorrência de abuso sexual.

"Além disso, os laudos referentes à criança, em duas oportunidades, não apontaram elementos que comprovem a ocorrência de abuso sexual. A defesa demonstrará, dentro do processo e com base nas provas, a inocência de Marco Furlan. É isso que os autos irão revelar", completou.

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O indiciamento ocorreu em 6 de agosto, quatro dias depois do episódio que levou à prisão do ator. A ocorrência foi registrada em uma chácara localizada no bairro Goiabal, em Pindamonhangaba.

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Laudo do IML não apontou lesões corporais

Nos últimos dias, o laudo laudo do Instituto Médico-Legal (IML), realizado em 4 de agosto, teve seu resultado divulgado. De acordo com o documento divulgado pelo Metrópoles, o médico-legista Rodrigo Carvalho de Almeida registrou que "não há, no presente exame, evidências de lesões corporais".

O exame avaliou a região anal da criança em busca de possíveis "lesões de interesse médico legal". O documento também afirma que não foram encontrados elementos relacionados à prática de ato libidinoso durante a avaliação.

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O laudo, porém, informa que ainda eram aguardados resultados de exames complementares, entre eles a pesquisa de espermatozoides. A avaliação foi realizada dois dias após o episódio investigado.

A advogada Maria Fernanda Mituo, que representa a criança, apresentou uma posição diferente da defesa do ator. Em declaração à reportagem, afirmou que, apesar do resultado do exame, "as provas da materialidade são incontestáveis".

Polícia mantém investigação sob sigilo

A Polícia Civil informou que a investigação continua sob sigilo na Delegacia de Defesa da Mulher de Pindamonhangaba. A corporação também destacou que informações adicionais não serão divulgadas por envolver uma criança.

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"As investigações prosseguem, sob sigilo, pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Pindamonhangaba. Demais informações sobre o caso serão preservadas em razão da natureza da ocorrência e por envolver menor de idade, em observância à legislação vigente", informou a Polícia Civil de São Paulo.

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