8 maneiras de se tornar uma pessoa mais gentil
Publicado em 15 de abril de 2026 às 21:45
Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Especialistas ouvidos pela revista Time explicam como pequenas atitudes no dia a dia podem fortalecer relações e aumentar o bem-estar.
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Em tempos de redes sociais inflamadas, respostas atravessadas e relações cada vez mais superficiais, uma pergunta volta a ganhar força: ainda sabemos o que é, de fato, ser gentil?

Um levantamento publicado pela revista Time reuniu especialistas em comportamento e psicologia para entender como a gentileza se manifesta hoje - e, mais importante, como ela pode ser cultivada no dia a dia. A boa notícia? Não exige grandes gestos, mas sim pequenas mudanças de atitude.

De acordo com a diretora científica Emiliana Simon-Thomas, do Greater Good Science Center, da Universidade da Califórnia em Berkeley, ser gentil começa com uma premissa básica: acreditar que o outro também busca felicidade e quer evitar sofrimento, exatamente como você.

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Além de melhorar relações, a ciência indica que a gentileza ativa áreas do cérebro ligadas ao prazer e fortalece o sentimento de pertencimento social. A seguir, veja 8 formas práticas de exercitar isso na rotina:

Encontrar conexões mesmo nas diferenças

Uma das estratégias mais eficazes para reduzir julgamentos é buscar pontos em comum com qualquer pessoa, mesmo aquelas que parecem completamente diferentes!

Pode ser algo simples: um hábito, uma forma de se expressar ou até uma preferência. Esse exercício ativa a empatia e diminui a tendência de reações negativas automáticas.

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Praticar o bem - do seu jeito!

Gentileza também passa por ação. Ajudar alguém, oferecer apoio, dar um conselho ou até pequenos gestos cotidianos já entram nessa conta.

Segundo a professora de psicologia social Lara Aknin, da Simon Fraser University, comportamentos pró-sociais - como doar tempo ou ajudar outras pessoas - geram impacto positivo para todos os envolvidos.

Ouvir de verdade (sem distrações)

Em um mundo multitarefa, prestar atenção total em alguém virou quase um diferencial.

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Para Amanda Cooper, professora da Universidade de Connecticut, ouvir exige esforço consciente: contato visual, presença e zero distrações... inclusive o celular. Pequenos sinais fazem toda a diferença na forma como o outro se sente.

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Fazer perguntas que demonstram interesse

Mais do que ouvir, saber perguntar também é essencial.

Questões abertas e genuínas ajudam a aprofundar conversas e mostram interesse real. E um detalhe importante: nem sempre é preciso responder com uma experiência própria - muitas vezes, o melhor caminho é incentivar o outro a continuar falando.

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O poder (real) de um sorriso

Simples, mas altamente eficaz: sorrir continua sendo uma das formas mais diretas de criar conexão.

Mas há um detalhe importante: precisa ser sincero. Estudos mostram que expressões autênticas são “contagiosas” e ajudam a estabelecer uma sensação imediata de confiança, mesmo entre desconhecidos.

Aliviar momentos tensos com leveza

Fila demorada, atraso, imprevistos… Situações estressantes fazem parte da vida.

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Nesses momentos, inserir leveza - seja com humor ou uma interação amigável - pode mudar completamente o clima. Até conexões rápidas com desconhecidos podem gerar experiências mais positivas!

Chamar pelo nome faz diferença

Pode parecer detalhe, mas não é: usar o nome de alguém tem um efeito poderoso.

Segundo especialistas, o cérebro responde de forma especial ao ouvir o próprio nome, o que reforça a sensação de reconhecimento e valorização. Um gesto simples, mas com impacto direto nas relações.

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Conviver com quem pensa diferente

Talvez o maior desafio da atualidade: lidar com opiniões divergentes sem romper relações.

A proposta não é ignorar diferenças, mas construir pontes a partir de interesses em comum. Esse tipo de postura abre espaço para diálogos mais respeitosos - mesmo quando não há concordância.

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