Tony Robbins, especialista em desenvolvimento pessoal, de 66 anos: 'O foco em si mesmo gera sofrimento'
Publicado em 26 de outubro de 2026 às 18:10
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Por Paula Alves | Colaboradora
Jornalista apaixonada por cinema, streaming e entretenimento. Sempre em busca de boas histórias para contar.
Para o palestrante americano, reconhecer o que já existe de positivo na vida ajuda a deslocar a atenção das frustrações e das expectativas
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Autor e palestrante americano, Tony Robbins, de 66 anos, construiu sua carreira abordando temas como motivação, comportamento e desenvolvimento pessoal. 

Entre as ideias que compartilha está uma visão provocadora sobre o sofrimento: quanto mais a atenção fica presa às próprias insatisfações, mais difícil pode ser perceber o que existe além delas.

Em um vídeo compartilhado em seu perfil oficial no LinkedIn, ele apresenta esse raciocínio de forma direta:

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“Só há uma razão pela qual você sofre. Você está focado em si mesmo. O foco em si mesmo gera sofrimento, porque a natureza da mente humana é procurar o que está errado. E todos somos egoístas às vezes, mas, se você permanece no egoísmo, sofre.”

Quando a atenção fica presa ao que falta

Na perspectiva de Robbins, a mente tende a procurar falhas. Quando esse olhar se concentra continuamente na própria vida, desejos não realizados e situações que contrariam as expectativas podem ocupar todo o espaço.

Um exemplo para pensar nessa ideia é avaliar um dia inteiro apenas pelo compromisso que deu errado, deixando em segundo plano uma conversa agradável ou o apoio recebido de alguém. Isso ajuda a compreender a reflexão: o que recebe atenção acaba ganhando destaque na experiência.

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Reconhecer o que também merece atenção

Para interromper esse ciclo, Robbins aconselha cultivar a gratidão e ampliar o olhar para além das próprias cobranças. No vídeo, ele defende que apreciar a vida exige perceber aquilo que já está presente, mas passa despercebido.

Sua proposta é substituir as expectativas pela valorização do que se tem. No cotidiano, essa reflexão pode inspirar uma pausa para reconhecer um gesto de carinho, uma conquista ou uma oportunidade.

Trata-se de um convite a observar como a atenção é distribuída, sem transformar a gratidão em obrigação ou atribuir todo sofrimento a uma falha individual.

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