A morte repentina do fisiculturista Gabriel Ganley deixou amigos, familiares e fãs em choque. Aos 22 anos de idade, o influenciador, seguido por mais de 2 milhões de pessoas, foi encontrado, já morto, dentro do seu apartamento em São Paulo.
A causa da morte ainda está sendo investigada pela polícia, que não encontrou sinais de violência no local. Mas segundo pessoas próximas a Gabriel, cujo corpo será cremado em uma cerimônia discreta, ele pode ter morrido devido a um quadro de hipoglicemia.
Uma reportagem do "Fantástico" deste domingo (24) mostrou que Gabriel falava abertamente em sua rede social sobre o uso de insulina para o aumento da massa muscular. E, após começar as aplicações, assumiu que passou mal por causa do uso do anabolizante. "Cpmeçou a me dar muita confusão mental", disse Gabriel, em um vídeo postado em seu Instagram.
Ouvido pelo programa dominical da TV Globo, o médico Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, falou sobre os perigos do uso indiscriminado da insulina para fins estéticos. "Usar hormônio sem indicação traz comprometimento do sistema nervoso central, da parte cardiovascular, do fígado, dos hormônios, do nosso metabolismo como um todo", alertou.
A polícia, que investiga a morte de Gabriel Ganley como suspeita, ainda aguarda laudos de exames toxicológicos e do Instituto Médico Legal, feitos no corpo do atleta, amigo de infância de Mel Maia.
Em sua rede social, Clarisse, mãe de Gabriel, garantiu que a morte do filho foi uma fatalidade. E se despediu, em uma homenagem tocante: "O Gabriel foi um meteoro! Sua passagem aqui na Terra foi rápida, intensa e indescritível. Ele foi movido pelo amor ao esporte, aos fãs, aos amigos, à família e, sobretudo, ao fisiculturismo. Sua garra, seu carisma, sua energia e sua forma de engolir a vida jamais se apagarão".