Georgina Rodríguez, a WAG do momento da Copa do Mundo 2026, e a irmã, Ivana Rodríguez, saíram vitoriosas de uma ação judicial movida na Espanha contra a meia-irmã Patricia Rodríguez e o grupo de comunicação Atresmedia. O processo teve como base declarações feitas por Patricia durante uma participação no programa "Espejo Público", da emissora Antena 3.
Segundo informações publicadas pelo jornal espanhol "El Debate", que teve acesso à decisão, o Tribunal de Gijón entendeu que o conteúdo exibido em televisão representou uma "intromissão ilegítima" na vida privada das duas irmãs, além de ferir seus direitos à intimidade e ao bom nome. Eita!!!
A origem da disputa começou em 17 de janeiro de 2023, quando Patricia Rodríguez falou sobre questões familiares em rede nacional. Durante a entrevista, ela abordou a falta de apoio financeiro por parte das irmãs e também mencionou assuntos relacionados às cinzas do pai, morto em 2019.
"Elas não querem saber de mim, nem me querem ajudar, nem nada", declarou Patricia na ocasião. Ela também afirmou considerar estranho que Cristiano Ronaldo não soubesse da situação. Casos de família...
Na sentença, a Justiça destacou que Patricia, fruto de outro relacionamento do pai, nunca manteve qualquer relação com Georgina e Ivana. Para o tribunal, as declarações ultrapassaram os limites da esfera pública e expuseram aspectos da intimidade familiar sem justificativa.
A decisão determina que conteúdos ligados à vida privada da família deixem de ser divulgados e fixa uma indenização de 120 mil euros. Do total, 80 mil euros para a Georgina Rodríguez e 40 mil euros para Ivana Rodríguez.
Ainda de acordo com o "El Debate", a quantia será paga exclusivamente pela Atresmedia. Georgina e Ivana não pediram compensação financeira à meia-irmã para não agravar sua situação econômica.
Os advogados das irmãs, do escritório AVERUM Abogados, explicaram ao jornal espanhol que a ação tinha como principal objetivo impedir a divulgação pública de informações relacionadas à vida íntima da família.
Marisa Herrero-Tejedor, a advogada delas, ressaltou que o fato de Georgina ser uma figura pública não significa que ela tenha de "suportar todo o tipo de informações sobre a sua vida privada".