Com lesão grau 2 na panturrilha, Neymar enfrenta um momento "dificílimo" faltando apenas 13 dias para a abertura da Copa do Mundo 2026. Lesionado desde o dia 17, véspera da convocação, o principal jogador da Seleção passou por novo exame de imagem, de forma confidencial, nessa semana em Teresópolis (RJ).
Com o resultado, definiu-se que seu retorno ao time só deverá acontecer entre duas e três semanas. Dessa forma, Neymar, alvo de alerta de sensitivo, perde os dois amistosos antes da estreia na Copa 2026 - contra Panamá (domingo, 31) e Egito (sábado que vem, 6) - e muito raramente estará em campo no dia 13, contra o Marrocos na primeira partida da fase de grupos.
No momento, o corte do marido de Bruna Biancardi é descartado, porém a situação foi descrita como "muito mais séria" pela jornalista do Sportv Joanna de Assis.
"Neymar teria condições de se recuperar? Não sabemos (...) Neymar está extremamente abatido na Granja Comary (local da concentração) e mancando bastante. É uma lesão dificílima. Pode perguntar para qualquer jogador ou fisioterapeuta. É uma das piores lesões para tratar", resumiu, acrescentando ser necessário "muito repouso" e de 12 horas a 15 horas de tratamento intensivo, para se ter alguma chance.
Por outro lado, a jornalista indicou que esse tipo de lesão não pode ser mascarada e que não é possível se jogar no sacrifício. Vale lembrar que em 1998, Romário foi cortado da Seleção quando o time já estava na França, causando grande revolta no "baixinho", que atacou de forma indireta Zico, então membro da comissão técnica.
O Brasil embarca para os EUA na segunda-feira (1º), dia em que a a CBF e demais confederações precisam encaminhar à Fifa a lista dos seus 26 convocados. Depois dessa data, um corte só é possível até o dia 12, caso do Brasil, véspera da estreia na Copa. E apenas em casos de lesão ou de grave doença.
Além do Marrocos, a Seleção encara o Haiti (dia 19) e a Escócia (dia 24). No caso de fechar a chave de grupo em primeiro lugar, terá pela frente o segundo colocado do grupo F (Holanda, Japão, Suécia ou Tunísia). Se for segundo, encara o primeiro daquela mesma chave.
Caso avance em terceiro tanto pode ter pela frente algum país do grupo A (África do Sul, Coreia, México e República Tcheca) quanto do I (França, Iraque, Noruega e Senegal).