O que acontece com a casa bancária de Francesco em 'Terra Nostra'? Com medo de ficar pobre, banqueiro encontra a falência, mas se livra do fracasso com inesperada luz no fim do túnel
Publicado em 25 de março de 2026 às 13:29
Por Rafael Munhos | Novelas e TV
Jornalista apaixonado por novelas, filmes, séries e música eletrônica. Também adoro fazer corrida de rua.
Francesco (Raul Cortez) encontrará saida para evitar falência na reta final de 'Terra Nostra'
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Francesco (Raul Cortez) vai ter uma reviravolta inesperada nos últimos capítulos da novela 'Terra Nostra', prevista para ir ao ar no início de maio. O banqueiro está enfrentando uma grave crise em sua Casa Bancária, com risco enorme de perder tudo, mas, esperto, ele conseguirá reverter o caótico quadro. 

Inicialmente, como solução, ele deseja vender parte de suas propriedades, mas também achará outra saída. Em conversa com Marco Antônio (Marcello Antony), ele revela a importância sobre a produção de açúcar que chega à cidade, sendo esta a oportunidade ideal para recuperar sua estabilidade financeira. 

O assunto vem à tona quando o veterano real que foi procurado pelos irmãos italianos Giuseppe e Nicola Puglisi Carbone: “Eles estão querendo formar uma associação das pequenas refinarias de açúcar nesse estado de São Paulo… uma espécie de cooperativa para organizar o mercado de açúcar para investir mais na produção… comprar máquinas mais modernas, para produzir o açúcar de melhor qualidade”. 

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A ressurreição de Francesco em 'Terra Nostra'

Feliz, Francesco até sugere o nome de 'Companhia União dos Refinadores' para a empresa dos italianos. O filho percebe o entusiasmo do pai com a ideia: “Sim, eu estou muito. Esses irmãos Carbone chegaram aqui nesse país e estão lavourando aqui tem pouco tempo, mas acreditando neles como nós acreditamos", comenta Francesco.

Para finalizar o papo, Francesco descreve a importância do cultivo de açúcar no Brasil: "E vieram aqui, procurar seu pai para ajudar eles. Justo na hora que ainda estamos com a corda no pescoço. Eu gostei muito da conversa… nós vivemos num país que só se fala e se planta café, só tem cafezal. O café é amargo, né? E se não tem açúcar para adoçar ele, quem é que vai beber? Se a ideia der certo, logo, logo vamos ter muito canavial onde hoje se planta café”, finalizará.

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