Miss Bumbum expõe reação alérgica após usar sangue da menstruação como skin care; médica aponta riscos de infecção e agravamento de acne
Publicado em 29 de janeiro de 2026 às 12:50
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Débora Dunhill sofreu com vermelhidão e irritação no rosto instantes após o aplicar o sangue.
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Débora Dunhill, ex-Miss Bumbum, teve uma reação alérgica após passar o sangue da própria menstruação no rosto como uma técnica alternativa de skin care. A prática tem muitos adeptos no TikTok e ganhou nomes como “Menstrual Masking” e “#PeriodMask”.

“Eu vi um vídeo no TikTok explicando a técnica e, nos comentários, muitas pessoas diziam que a pele tinha melhorado bastante. Achei que fazia sentido testar, parecia algo simples e natural, mas pelo jeito não funcionou comigo”, afirmou.

Débora sofreu com vermelhidão e irritação no rosto instantes após o aplicar o sangue. Ela afirma que só começou a sentir alívio depois de lavar a região com água e sabonete neutro. “Foi a primeira vez que tentei. Apliquei como mostravam e, pouco depois, meu rosto começou a esquentar, ficou muito vermelho e começou a coçar bastante. A sensação era de irritação mesmo, algo que eu nunca tinha sentido com outros produtos”, relata.

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POR QUE PASSAR SANGUE MENSTRUAL NO ROSTO É PERIGOSO?

Entre as promessas do método, estão melhorias na textura da pele, regeneração celular, efeito anti-idade e redução de acne. No entanto, não existem evidências clínicas que comprovem os benefícios da aplicação de sangue menstrual no rosto.

“Embora existam pesquisas científicas envolvendo células derivadas do endométrio para fins médicos e laboratoriais, isso não se traduz em segurança ou eficácia no uso direto do sangue menstrual como tratamento estético. São contextos completamente distintos", explica a dermatologista Marcella Alves, da Onne Clinic (RJ).

Além disso, pode ser uma prática perigosa. O sangue menstrual é composto por tecido endometrial, secreções vaginais e microrganismos, o que pode aumentar o risco de infecções, dermatites de contato e inflamações cutâneas.

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“Os principais riscos incluem infecções bacterianas e fúngicas, dermatite de contato, inflamação e agravamento de condições como acne, rosácea e peles sensíveis. O sangue menstrual não é um material estéril e não deve ser aplicado diretamente na pele”, alerta a doutora.

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