Não passe o perfume no pescoço, mas sim na roupa: com este rápido truque, aprendi a evitar manchas e o envelhecimento da pele
Publicado em 21 de agosto de 2026 às 17:27
Por Clara Espíndola | Colaboradora | TV, beleza e famosos
Viciada em novela desde criança, Clara é apaixonada por beleza, criada no teatro e troca qualquer programa por uma boa noite de fofoca.
Passar perfume no pescoço pode causar manchas e envelhecimento? Especialista explica os riscos do hábito e revela onde aplicar a fragrância
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Passar perfume costuma ser um dos últimos passos antes de sair de casa. Para muita gente, algumas borrifadas fazem parte da rotina tanto quanto escolher a roupa ou arrumar o cabelo. E, entre os locais preferidos para aplicar a fragrância, pescoço e pulsos aparecem no topo da lista. O que nem todo mundo sabe é que esse hábito pode trazer consequências para a pele.

Além de deixar uma marca pessoal, o perfume pode ajudar a transmitir sensação de presença e até fazer com que alguém seja reconhecido pelo cheiro. Apesar disso, a região escolhida para a aplicação merece atenção, principalmente quando fica constantemente exposta ao sol.

Perfume no pescoço interfere na tireoide?

Nas redes sociais, uma teoria ganhou espaço ao afirmar que passar perfume no pescoço "é absorvido e atua como disruptor endócrino, afetando a tireoide". A alegação, porém, não conta com evidências científicas suficientes.

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O especialista e técnico de saúde Miguel Assal explica que a afirmação pode ser "considerada um mito". Segundo ele, até o momento "não há estudos suficientes" capazes de comprovar essa relação. A hipótese é considerada altamente improvável pela comunidade científica, embora "não a descarte".

O cuidado, portanto, está relacionado principalmente aos possíveis efeitos da fragrância sobre a pele. Colônias "não regulamentadas", por exemplo, podem apresentar substâncias irritantes, e nem sempre a composição fica facilmente visível nas embalagens.

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Aplicação pode favorecer manchas e irritações

O contato frequente do perfume com o pescoço pode provocar problemas como dermatite de contato, irritações e fotossensibilidade, especialmente em pessoas com pele mais sensível ou quando há uso excessivo do produto.

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A exposição ao sol depois da aplicação também merece atenção. Algumas substâncias presentes nas fragrâncias podem tornar aquela região mais vulnerável, favorecendo o surgimento de manchas e outros danos ao longo do tempo.

Por isso, Miguel Assal recomenda evitar borrifar o produto diretamente sobre a pele. "Muitas fragrâncias são fotossensíveis e, se você as aplicar e se expuser ao sol, essa região será seu ponto mais fraco. Se fizer isso repetidamente, terá envelhecimento precoce e manchas na pele. Portanto, borrife na roupa e pronto", orienta.

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