Padre se defende em processo da família de Preta Gil por intolerância religiosa após morte da cantora: 'Considerar o contexto da fala'
Publicado em 26 de fevereiro de 2026 às 09:26
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
A morte de Preta Gil chocou o Brasil, mas um desdobramento judicial promete agitar o noticiário. Após declarações polêmicas sobre a religião da cantora, um padre se vê processado pela família. Ele se defende e invoca a liberdade religiosa. Entenda o caso que opõe fé e intolerância
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Processado pela família de Preta Gil por conta de falas preconceituosas, envolvendo a religião da cantora, o padre Danilo César se manifestou perante à Justiça. Em 27 de julho do ano passado, sete dias após a morte da artista, aos 50 anos e por conta de complicações de um câncer, o religioso foi acusado de deboche ao questionar o motivo dos orixás não terem ressuscitados Preta.

Membro da Paróquia São José, em Campina Grande (Paraíba), Danilo acabou processado por grande parte da família da cantora: Gilberto Gil (pai), Flora (madrasta), Francisco (filho) e Nara, Marília, Bela, Maria, Bem e José (irmãos). O processo veio após a fala de teor intolerante ter sido registrada durante transmissão ao vivo no Youtube - o vídeo acabaria retirado do ar.

Os familiares de Preta Gil querem indenização de R$ 370 mil por danos morais ao entenderem que a fala do padre extrapolou os limites da liberdade de expressão, além de ter ferido a imagem e a religiosidade da artista.

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A defesa de padre após acusação de intolerância contra Preta Gil

E o que disse o padre Danilo César ao se defender? Segundo a colunista Fábia Oliveira, do portal "Metrópoles", o religioso negou as acusações e disse ao se defender no último dia 10 que é necessário "considerar o contexto de sua fala". O padre afirmou ter se expressado em um culto interno e que teve como alvo uma específica comunidade.

Alegou também que sua intenção não foi atingir ou ofender aqueles que pertencem a outras religiões, uma vez que a elas não se dirigiu ao comentar a morte de Preta Gil, cujas cinzas foram distribuídas entre amigos e família. E que quis encorajar os fiéis a seguirem e respeitarem as doutrinas do catolicismo.

Por fim, afirmou ter agido no limite da liberdade religiosa fazendo crítica teológica e que não incentivou os católicos a destratarem aqueles que possuem outra religião.

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