A nova versão de "Vale Tudo", em exibição na TV Globo, pode até não ter agradado parte do público - especialmente no que diz respeito à performance de Paolla Oliveira como Heleninha Roitman - mas uma coisa é inegável: o investimento da emissora na atriz é de peso. Com uma atuação que tem dividido opiniões, Paolla está entre os nomes mais bem pagos do elenco, mesmo sem contrato fixo com o canal.
Segundo informações exclusivas do jornalista André Romano, colunista do portal "O Tempo", a atriz fechou um cachê de aproximadamente R$ 1 milhão para viver a icônica personagem na trama adaptada de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères. O valor é referente a todo o pacote da novela, incluindo gravações, uso de imagem e possíveis ações comerciais.
Desde os primeiros capítulos, a Heleninha de Paolla vem sendo alvo de fortes críticas nas redes sociais. A comparação inevitável com Renata Sorrah - que interpretou a personagem em 1988 com intensidade dramática marcante - fez com que a nova versão da alcoolista Heleninha fosse considerada por muitos como “apagada”, “sem impacto” e, em alguns momentos, “caricata ao tentar ser contida”.
Um dos pontos mais polêmicos até agora foi a recriação da cena clássica do “Toca um mambo!”, em que a personagem invade uma festa alcoolizada. A tentativa de homenagear o momento virou alvo de deboche e rejeição. Internautas acusaram Paolla de “forçar demais” e afirmaram que a entrega ficou “muito aquém” da emoção da cena original, além das críticas constantes à direção da novela de Manuela Dias.
Paolla Oliveira revelou que uma pessoa de sua família enfrenta o vício em álcool assim como sua personagem, Heleninha, no remake da novela "Vale Tudo". Alvo de críticas por sua atuação na trama das nove da Globo, a atriz que passou por uma grande transformação no visual nos últimos anos não citou o nome do parente e tampouco a relação entre eles.
"Eu tenho gente (alcoolista) na família. Ela está bem, mas não se livra, né? É um problema que não tem cura", cravou Paolla, negando ter uma relação próxima a esse parente. "Eu não convivo com a pessoa, mas eu sei que ela e os mais próximos lidam com a doença. O caso é diferente da maioria dos que eu costumo ouvir falar, tem um acolhimento", prosseguiu ao jornal "Extra".
"A doença tem vários níveis, os estragos podem ser diferentes. Mas essa está ali, eu vejo a batalha", acrescentou a namorada de Diogo Nogueira.