‘Ninguém deveria passar na vida': o relato assustador da esposa de Pedro Bial, Maria Prata, sobre assalto à mão armada com a filha, gravado na íntegra
Publicado em 23 de janeiro de 2026 às 12:54
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Maria Prata foi assaltada por um homem disfarçado de entregador de aplicativo.
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A jornalista Maria Prata desabafou após ter sido vítima de um assalto à mão armada em São Paulo. A esposa de Pedro Bial estava com a filha do casal, Dora, de apenas 6 anos, quando foi alvo do crime.

Tudo aconteceu em uma rua residencial da Lapa, em uma região nobre de São Paulo. Elas foram abordadas por um homem disfarçado de entregar de aplicativo. “Não estava com celular na mão. Não estava ‘dando bobeira’ num ‘lugar perigoso’. Estacionei o carro em uma rua residencial (fofa, de casinhas geminadas, na Lapa) e estava andando 20 m até a casa para onde íamos”, descreve Maria.

A jornalista, que também é mãe de Laura, de 8 anos, reproduziu em detalhes o diálogo que teve com o bandido antes de ter o celular roubado. “‘Não se mexe, entrega tudo, cadê o iPhone?’. ‘Tá na bolsa. Eu tô com uma criança, fica calmo, pode levar tudo’. ‘Mamãe, por que você tá tirando sua aliança?’. ‘Qual a senha do iPhone? A senha do iPhone!’. Eu dizia a senha, mas, nervoso, ele errava as teclas. ‘Repete! A senha!!’. ‘Eu abro o celular pra você!’. ‘A senha! Você é polícia?!’. Ele passou a mão na minha cintura pra ver se eu tava armada. Repeti a senha. Finalmente abriu. Ele revirou a bolsa, pegou meus cartões e saiu”, relata Maria.

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Maria e a filha chegaram na casa pouco tempo depois e foram acolhidas por amigos e por Pedro, com quem é casada desde 2015. “Entreguei Dora pro Pedro, que estava lá, e desabei longe dela”, relembrou.

Segundo Maria, Dora não viu a arma e fez uma série de perguntas para entender o ocorrido. A menina chorou ao perceber o clima de tensão que se instaurou no ambiente. “Dora passou o dia falando sobre isso, processando, perguntando, querendo entender o que foi aquilo, quem era aquele cara, por que ele queria o telefone, a senha, a aliança, por que isso acontece”, contou.

Maria encerrou o discurso com reflexões: “São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara.”

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