Avô de Rubens Barrichello teve papel fundamental no futuro do piloto com 'passarinho' de presente aos 6 anos. Entenda!
Publicado em 23 de maio de 2026 às 07:02
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Um presente inusitado marcou o destino de um dos maiores pilotos do Brasil. Aos 6 anos, um 'passarinho' entregue por seu avô transformou a infância e deu o pontapé inicial para a carreira de sucesso
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Rubens Barrichello completa 54 anos neste sábado (23) como piloto da Scuderia Bandeiras da Stock Car, modalidade na qual estreou em 2012. Antes, o brasileiro correu de 1993 a 2011 na Fórmula 1, sendo duas vezes vice-campeão mundial (2002 e 2004) pela Ferrari, onde foi companheiro de equipe de Michael Schumacher, este vítima de um gravíssimo acidente em pista de esqui no final de 2013.

Paulista da capital e com 11 vitórias na F1, Barrichello ainda passou pela Indy, modalidade onde o italiano Alessandro Zanardi, morto no começo do mês, fez história. Mas o que poucos sabem é que o pai e o avô do piloto tiveram grande importância no começo da carreira daquele que seria o contratado de outras equipes como Jordan.

Pai de Rubens Barrichello teve linda atitude para bancar carreira do filho

Em outubro de 1991, após Barrichello conquistar o título da Fórmula-3, o pai dele, Rubens Barrichello Filho admitiu ter se desfeito de uma propriedade para financiar a carreira do futuro nome da F-1. "Em 1987, 1988, vendi uma casa para manter o Rubens na Fórmula-Ford", explicou ao "O Globo".

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"Desde o início, ele mostrou uma grande habilidade como piloto e nós fomos dando tudo que era necessário para que fosse feliz na profissão. É claro que tive o receio que todo pai tem. No começo, fiz três eletrocardiogramas, mas depois acabei acostumando. A vida dos pais continua no sucesso dos filhos", prosseguiu Rubens pai sobre o filho que seria alvo de várias brincadeiras controversas do "Casseta & Planeta, Urgente!" associadas à suposta lerdeza nas pistas.

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'Passarinho': o importante presente do avô ao neto Rubinho

Mas bem antes disso, quem teve papel de importância na vida de Barrichello foi o avô por parte de mãe, o sr. Mário. Aos 6 anos, o "nono" (avô em italiano) deu de presente para o neto um "passarinho", relatou o mesmo jornal em igual época. Mas não se trata, claro, de um pardal ou sabiá.

E sim de um kart, onde Ayrton Senna (1960-1994) também havia estreado. O modelo ao neto criança era menor e com só 50 cilindradas de potência. "O pai de Rubinho não estava certo na vocação do filho e fazia restrições. Limitava-se a deixar que o filho passasse tardes inteiras fazer o 'passarinho' decolar, demonstrando desde cedo que era muito rápido", contou a publicação.

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Rubinho usou carteira de motorista do pai para fazer inscrição

Vítima de um grave acidente nos treinos do GP de San Marino em abril de 1994, dois dias antes da morte de Senna, o então campeão da F-3 confirmou o receio do pai: "(Ele) achava que era cedo demais para começar a correr e tinha medo de que algum acidente acontecer pela falta de experiência".

Já aos 8 anos, o avô o inscreveu em sua primeira corrida de kart e sem que o pai de Rubinho soubesse. A estreia ocorreu em 17 de maio de 1981. Dando um salto no tempo, em 1990, antes de completar 18 anos, o piloto ainda sem carteira de motorista utilizou a do pai para poder ingressar no Campeonato Europeu de Fórmula Opel.

Depois, a consagração viria na F-1, onde se tornou um dos grandes nomes do automobilismo nacional da era pós-Senna.

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