Suzane von Richthofen é flagrada pela primeira vez após o sucesso de ‘Tremembé’; ex-detenta foi vista em bairro nobre
Publicado em 19 de dezembro de 2025 às 10:54
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Atualmente, Suzane von Richthofen é estudante de Direito e tem a própria lojinha online de chinelos customizados.
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Suzane von Richthofen foi flagrada pela primeira vez após o sucesso da série “Tremembé”, da Prime Video, cuja segunda temporada já está confirmada. A estudante de Direito, que foi uma das personalidades mais buscadas do Google em 2025, estava na praia quando foi fotografada por um internauta.

A foto foi registrada em Riviera de São Lourenço, um bairro nobre do litoral de São Paulo conhecido por praias de águas bem calmas. Suzane foi flagrada em frente a um carrinho que vende milho. “Gente, a Suzi em Rivieira”, escreveu o “paparazzo”. A imagem viralizou após ser publicada na página Crimes do Brasil.

Atualmente, Suzane encabeça uma lojinha online de chinelos personalizados. Ela havia dado uma parada na marca, mas retornou com tudo com o hype de “Tremembé”. A ex-detenta chegou a comemorar publicamente a marca expressiva de seguidores conquistados no Instagram após o sucesso da série.

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SUZANE VON RICHTHOFEN NÃO REGISTROU SUA MARCA DE CHINELOS

Um erro primário pode causar dor de cabeça para a empreendedora. Em 2023, Suzane entrou com um pedido de registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). O objetivo era garantir o direito exclusivo do nome “Su Entre Linhas” em todo o país.

O processo foi arquivado, pois Suzane não pagou a taxa final de concessão, que é obrigatória para efetivar o registro. Na época, o valor girava em torno de R$ 298 a R$ 1.115, a depender de prazos e descontos.

“Muitos acreditam que o deferimento representa o fim do processo, mas o registro só é concedido após o pagamento da taxa final. Sem isso, o pedido é arquivado e o titular perde o direito de exclusividade, ficando vulnerável a disputas futuras”, explica Leonardo Almeida, sócio da Avance Propriedade Intelectual, escritório especializado em áreas como registro de marcas, patentes e direitos autorais.

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