A vida de Suzane von Richthofen voltou a ser um objeto de desejo do público com a viralização da série 'Tremembé', que ganhará uma segunda temporada com a criminosa sendo interpretada mais uma vez por Marina Ruy Barbosa. Mas, longe da série e do que já foi divulgado em seu nome, a hoje empresária tem várias histórias inusitadas contadas pelo jornalista Ullisses Campbell.
Autor do livro 'Suzane: assassina e manipuladora', Ullisses abordou na obra 'Tremembé: o presídio dos famosos', que inspirou a série do Prime Video, a ingressão de Suzane von Richthofen na faculdade em 2021, quando começou a cursar Biomedicina em Taubaté e se dirigia aos estudos todos os dias à tarde, embora tenha feito pedidos polêmicos antes do início das aulas.
Na faculdade, Suzane tinha um ritual quase sagrado na lanchonete que deixava os alunos boquiabertos. Um dos nomes mais comentados do campus, a ex-presidiária usava tornozeleira eletrônica todos os dias em que ia para as aulas, mesmo que no início tivesse tentado esconder o dispositivo, e chegou a passar um verdadeiro sufoco em frente aos colegas de turma.
No livro 'Tremembé: o presídio dos famosos', onde também aborda a vida de outros criminosos, incluindo Robinho, que foi transferido para outra unidade prisional, Ullisses Campbell contou um caso onde Suzane foi surpreendida pela própria tornozeleira eletrônica em sala.
Para quem não sabe, o dispositivo deve ser carregado e seu descarregamento pode causar problemas ao presidiário em questão. De acordo com o jornalista, em mais um dia de aula comum, a tornozeleira começou a apitar, "chamando atenção da turma inteira. Ao olhar para o aparelho, percebeu que uma luz azul piscava sem parar, sinalizando que a bateria estava prestes a descarregar", escreveu.
Acontece que, se o equipamento acabar perdendo o contato com a base de monitoramento, Suzane poderia ser punida e, inclusive, com a possibilidade de a polícia ir até a faculdade e a conduzir de volta à prisão. Para evitar que isso acontecesse, a ex-presidiária teve que 'se virar' e deixar a vergonha de lado para levar a tornozeleira ao carregador, que ficava do outro lado da sala.
No livro, o jornalista revelou que Suzane von Richthofen pediu licença ao professor, retirou o carregador de sua mochila e o plugou na tomada, deixando o fio exposto em uma boa parte do chão. Enquanto isso, ela voltou ao seu lugar e continuou assistindo a aula normalmente.