Além de ganhar R$ 10 mil em ação contra a Globo, Suzane von Richthofen também processou roteirista de ‘Tremembé’
Publicado em 17 de novembro de 2025 às 07:58
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
O jornalista Ullisses Campbell também é autor do livro ‘Suzane: assassina e manipuladora’.
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Suzane von Richthofen voltou ao centro das discussões com o sucesso da série “Tremembé”, da Prime Video. Roteirista da obra e autor do livro “Suzane: assassina e manipuladora”, o jornalista Ullisses Campbell revelou que a assassina dos pais abriu vários processos contra ele na Justiça, com o objetivo de barrar suas publicações.

A revelação foi feita em entrevista ao portal Metrópoles. Segundo Ullisses, Suzane perdeu todos os processos. Ele avalia que o comportamento revela um padrão narcisista. “Ela fica naquela: ‘eu odeio’, mas ao mesmo tempo ‘consigo faturar com isso’”, refletiu.

Ullisses admite que seu livro e, agora, a série ajudam a colocar Suzane nos holofotes novamente. Apesar de acionar a Justiça em múltiplas ocasiões, essa exposição midiática também traz retornos positivos. A prova disso é o sucesso da página onde ela vende chinelos customizados.

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“Ela tinha 50 mil seguidores, dobrou esse número. Agora vende muito mais aquelas ‘bugigangas’ dela do que vendia antes, graças a essa visibilidade” disparou.

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SUZANE VON RICHTHOFEN VENCEU PROCESSO CONTRA A TV GLOBO

Ao longo dos 23 anos em que está exposta na mídia, Suzane já processou emissoras de TV, inclusive, a Record TV, onde ela teria faturado R$ 120 mil após uma entrevista para Gugu Liberato, em 2015.

Neste ano, a TV Globo foi condenada a pagar, em segunda instância, uma indenização de R$ 10 mil para Suzane. Segundo o colunista Gabriel Vaquer, do jornal Folha de São Paulo, a estudante de Direito processou a emissora em 2018 após a exibição de um laudo psicológico que era sigiloso.

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O laudo classificava Suzane como “manipuladora e agressiva”, mas que não havia evidências de que ela representava perigo para a sociedade. A avaliação foi realizada para verificar se a detenta tinha condições de cumprir pena em regime semiaberto.

Suzane venceu a ação em primeira instância. A Globo recorreu, mas perdeu novamente. Ela alegou que o caso estava em segredo de Justiça e que teve sua liberdade invadida. O desembargador Rui Cascaldi pontuou que ela tinha direitos individuais, mesmo que tenha cometido um crime histórico.

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