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Fotos: 'Sally Rooney é uma escritora, não uma terrorista': Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, da série 'Pessoas Normais', da Prime Video, e mais 158 famosos defendem autora best-seller após editora retirar livros tirados de circulação por questão política
Publicado em 21 de outubro de 2026 às 21:54
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'Sally Rooney é uma escritora, não uma terrorista': Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, da série 'Pessoas Normais', da Prime Video, e mais 158 famosos defendem autora best-seller após editora retirar livros tirados de circulação por questão política © Getty Images
'Sally Rooney é uma escritora, não uma terrorista': Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, da série 'Pessoas Normais', da Prime Video, e mais 158 famosos defendem autora best-seller após editora retirar livros tirados de circulação por questão política
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Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, protagonistas da série 'Pessoas Normais', da Prime Video, estão entre os artistas que assinaram uma carta aberta em defesa da escritora irlandesa Sally Rooney, após a editora britânica Faber anunciar que não poderia continuar distribuindo seus livros no Reino Unido. Segundo informações da Veja, a decisão está relacionada ao apoio público da autora ao grupo pró-Palestina Palestine Action © Getty Images, Erik Voake
Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, protagonistas da série 'Pessoas Normais', da Prime Video, estão entre os artistas que assinaram uma carta aberta em defesa da escritora irlandesa Sally Rooney, após a editora britânica Faber anunciar que não poderia continuar distribuindo seus livros no Reino Unido. Segundo informações da Veja, a decisão está relacionada ao apoio público da autora ao grupo pró-Palestina Palestine Action
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A frase 'Sally Rooney é uma escritora, não uma terrorista. Seus livros devem estar disponíveis ao público' é um dos destaques da carta aberta assinada por artistas, escritores e músicos em defesa da autora irlandesa. De acordo com a Rolling Stone Brasil, o documento foi publicado na revista The New Statesman e critica a proibição da distribuição dos livros da escritora no Reino Unido © Getty Images, Tristan Fewings
A frase 'Sally Rooney é uma escritora, não uma terrorista. Seus livros devem estar disponíveis ao público' é um dos destaques da carta aberta assinada por artistas, escritores e músicos em defesa da autora irlandesa. De acordo com a Rolling Stone Brasil, o documento foi publicado na revista The New Statesman e critica a proibição da distribuição dos livros da escritora no Reino Unido
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Tilda Swinton, Susan Sarandon, Jessie Buckley, Zadie Smith e Kate Nash estão entre os nomes que se juntaram à mobilização em defesa de Sally Rooney. Segundo a Rolling Stone Brasil, a carta aberta também conta com as assinaturas de Paul Mescal, Daisy Edgar-Jones, Jonathan Glazer e do grupo musical Kneecap, além de mais de 150 outras pessoas © Getty Images, Erik Voake
Tilda Swinton, Susan Sarandon, Jessie Buckley, Zadie Smith e Kate Nash estão entre os nomes que se juntaram à mobilização em defesa de Sally Rooney. Segundo a Rolling Stone Brasil, a carta aberta também conta com as assinaturas de Paul Mescal, Daisy Edgar-Jones, Jonathan Glazer e do grupo musical Kneecap, além de mais de 150 outras pessoas
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A editora britânica Faber anunciou que não poderia mais distribuir os livros de Sally Rooney no Reino Unido após a escritora manifestar apoio ao grupo Palestine Action. De acordo com informações da Veja, a decisão motivou uma carta aberta assinada por artistas que questionam a retirada das obras das prateleiras e defendem a liberdade de expressão © Getty Images, Leon Neal
A editora britânica Faber anunciou que não poderia mais distribuir os livros de Sally Rooney no Reino Unido após a escritora manifestar apoio ao grupo Palestine Action. De acordo com informações da Veja, a decisão motivou uma carta aberta assinada por artistas que questionam a retirada das obras das prateleiras e defendem a liberdade de expressão
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Sally Rooney afirmou que continuaria destinando os lucros de seus livros ao grupo Palestine Action em um artigo de opinião publicado no Irish Times no ano passado. Segundo a Rolling Stone Brasil, a escritora criticou a classificação do movimento como organização terrorista e questionou os efeitos da medida sobre a liberdade de expressão política © Getty Images, Amy Sussman
Sally Rooney afirmou que continuaria destinando os lucros de seus livros ao grupo Palestine Action em um artigo de opinião publicado no Irish Times no ano passado. Segundo a Rolling Stone Brasil, a escritora criticou a classificação do movimento como organização terrorista e questionou os efeitos da medida sobre a liberdade de expressão política
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'Rejeitamos categoricamente a censura, seja ela direta ou indireta' é um dos posicionamentos apresentados na carta aberta em defesa de Sally Rooney. De acordo com a Veja, o documento critica a legislação antiterrorista britânica e pede que o governo mude de rumo após a decisão de interromper a distribuição dos livros da autora no país. © Getty Images, Gotham
'Rejeitamos categoricamente a censura, seja ela direta ou indireta' é um dos posicionamentos apresentados na carta aberta em defesa de Sally Rooney. De acordo com a Veja, o documento critica a legislação antiterrorista britânica e pede que o governo mude de rumo após a decisão de interromper a distribuição dos livros da autora no país.
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A classificação do Palestine Action como organização terrorista pelas autoridades britânicas, em 2025, está no centro da controvérsia envolvendo os livros de Sally Rooney. Segundo a Rolling Stone Brasil, a medida foi adotada após episódios de vandalismo em uma base da força aérea e prevê punições de até 14 anos de prisão para determinadas formas de apoio ao grupo © Getty Images, SOPA Images
A classificação do Palestine Action como organização terrorista pelas autoridades britânicas, em 2025, está no centro da controvérsia envolvendo os livros de Sally Rooney. Segundo a Rolling Stone Brasil, a medida foi adotada após episódios de vandalismo em uma base da força aérea e prevê punições de até 14 anos de prisão para determinadas formas de apoio ao grupo
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Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, que ganharam reconhecimento por protagonizar a adaptação de 'Pessoas Normais', estão entre os artistas que manifestaram apoio a Sally Rooney após a retirada de seus livros de circulação no Reino Unido. Segundo a Veja e a Rolling Stone Brasil, a carta aberta publicada na revista The New Statesman questiona a medida e defende que as obras da escritora permaneçam disponíveis ao público. © Getty Images, Erik Voake
Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, que ganharam reconhecimento por protagonizar a adaptação de 'Pessoas Normais', estão entre os artistas que manifestaram apoio a Sally Rooney após a retirada de seus livros de circulação no Reino Unido. Segundo a Veja e a Rolling Stone Brasil, a carta aberta publicada na revista The New Statesman questiona a medida e defende que as obras da escritora permaneçam disponíveis ao público.
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A escritora irlandesa Sally Rooney declarou estar preparada para lidar com as consequências de suas posições políticas. Em comunicado recente ao The Guardian, reproduzido pela Rolling Stone Brasil, a autora afirmou: 'Fiz todo o possível para ser honesta com o público sobre minhas crenças e intenções'. Ela também confirmou que a decisão da editora Faber de interromper a distribuição de seus livros no Reino Unido foi tomada com seu consentimento © Getty Images, Dave Benett
A escritora irlandesa Sally Rooney declarou estar preparada para lidar com as consequências de suas posições políticas. Em comunicado recente ao The Guardian, reproduzido pela Rolling Stone Brasil, a autora afirmou: 'Fiz todo o possível para ser honesta com o público sobre minhas crenças e intenções'. Ela também confirmou que a decisão da editora Faber de interromper a distribuição de seus livros no Reino Unido foi tomada com seu consentimento