Depois de semanas estampando os noticiários, desde sua queda em um vulcão na Indonésia, o corpo da jovem Juliana Marins finalmente foi sepultado na última sexta-feira, dia 04 de julho, após uma decisão da família envolvendo sua cremação e a possibilidade da realização de uma nova autópsia.
Já neste sábado (05), o pai da publicitária, Manoel Marins, falou pela primeira vez nas redes sociais após o sepultamento da filha, que foi alvo de comentários polêmicos feitos pelo filho de Malu Mader. Depois de criticar o descaso sofrido pela jovem na Indonésia, ele agora usou seu perfil do Instagram para agradecer ao público.
"Ontem, finalmente, conseguimos sepultar o corpo da Juliana, nossa filha amada. E eu quero agradecer a todos que nos ajudaram de alguma forma, a todo o povo brasileiro, a todos que ecoaram nossas dores, nossos pedidos, nossas solicitações, assim que soubemos do acidente e também depois, para poder resgatar o corpo da Juliana e trazê-lo para o Brasil", iniciou Manoel.
"Muito obrigado, obrigado a todos, obrigado ao povo brasileiro, obrigado a quem pode nos ajudar, obrigado a quem louvou por nós. Gratidão eterna a todos vocês", completou o pai de Juliana Marins nos stories do Instagram. Até o momento, ele não fez mais nenhuma publicação.
Nesta semana, o corpo de Juliana Marins foi velado em Niterói, no Rio de Janeiro, e contou com a presença do público, imprensa, familiares e amigos. Um dos presentes foi Manoel Marins, que conversou com jornalistas sobre o descaso sofrido pela jovem pelas autoridades da Indonésia.
Segundo o pai de Juliana Marins, a jovem era pura alegria. Ele também usou o espaço para criticar as autoridades da Indonésia, destacando que os voluntários que fizeram o resgate da publicitária eram mais capacitados que a própria Defesa Civil do país. Manoel até chegou a viajar para onde a filha estava, mas não conseguiu a encontrar com vida.
"Não consegui, infelizmente. Ela voltou falecida [...]. Ainda não está tudo resolvido, não está claro, mas já melhorou um pouco essa dinâmica. O caso trata-se de despreparo, de descaso com a vida humana, de negligência, de precariedade de serviços daquele país", finalizou o pai de Juliana Marins.