Andressa Urach tem um novo projeto para relançar o livro “Morri para Viver – Meu submundo de fama, drogas e prostituição”, depois de 11 anos. A modelo, que voltará ao posto de musa do Carnaval no Rio de Janeiro, quer gravar um audiobook da obra.
A revelação aconteceu no perfil de Andressa no Instagram, após um fã postar que estava lendo o livro. “Estou com um projeto de fazer um audiobook comentado do ‘Morri para Viver’! Breve trago para vocês!”, expôs.
Feito em parceria com a Igreja Universal do Reino de Deus, Andressa lançou o livro meses depois de quase morrer por uma infecção generalizada, em decorrência da aplicação de PMMA e hidrogel nas pernas. A obra marcou o início do período em que a loira abandonou o “mundo” e ficou completamente dedicada à religião evangélica.
No livro, Andressa confessa que era prostituta, faz uma série revelações chocantes, como os abusos sexuais que sofreu na infância e um caso de incesto com um meio irmão, e desmente os factoides que criou para aparecer na mídia.
Andressa causou choque nacional ao afirmar que gravou um vídeo de sexo com Arthur, seu filho mais velho. No entanto, esse conteúdo ainda não viu a luz do dia. Em contato com o site BNews, a Privacy negou que tais imagens estejam disponíveis na plataforma, embora a própria modelo tenha insinuado algumas vezes a publicação.
Andressa divulgou o link de seu perfil na Privacy em duas publicações do X onde falava do suposto conteúdo com o filho. Mas, afinal, a musa voltou atrás? Duas teorias podem justificar o fato de o tal vídeo não ter sido upado.
A mais provável seria uma estratégia de marketing, com o objetivo de alavancar as vendas do perfil de Andressa. Ela, que cobrava de R$ 19,90 a R$ 39,90, subiu o preço para R$ 200 com o escândalo. A modelo retornou ao top 1 da plataforma.
A outra justificativa seria uma possível represália da própria plataforma, que proíbe vídeos de incesto. Segundo os termos de uso, “o usuário não deve criar, fazer upload, publicar, exibir, publicar ou distribuir conteúdos que fazem alusão ao incesto”. Conteúdos de violência, material escatológico ou contexto de falta de consentimento também são proibidos pela Privacy.