Carnavalesco Leandro Vieira DETONA mudanças na Sapucaí e destaca perrengue: 'Botaram água no chopp do sambista'
Publicado em 3 de março de 2025 às 19:47
'Perrengue do c*ralho': Leandro Vieira reclama do novo formato dos desfiles do Carnaval do Rio
Carnavalesco Leandro Vieira DETONA mudanças na Sapucaí e destaca perrengue: 'Botaram água no chopp do sambista' Carnavalesco detona novo formato dos desfiles e aponta falhas na organização "Queremos desfile!": Carnavalesco critica falta de prioridade às escolas de samba "Perrengue do c@ralh#": Leandro Vieira reclama de saída caótica da Sapucaí Nova estrutura da Sapucaí desagrada público e gera debate nas redes sociais

O carnavalesco Leandro Vieira, bicampeão do Grupo Especial do Rio de Janeiro e reconhecido por seu trabalho na Mangueira — que tem a musa Evelin Bastos, recentemente enfrentando problemas com a fantasia — e na Imperatriz Leopoldinense, utilizou as redes sociais nesta segunda-feira (3) para criticar a nova organização dos desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. Leandro, que levou a verde e branco de Ramos para desfilar no último domingo (2) com o enredo “Ómi Tútu ao Olúfon - Água fresca para o senhor de Ifón”, fez uma série de tweets, nos quais apontou falhas no novo formato e destacou problemas na saída do público.

Críticas à nova estrutura dos desfiles

Vieira questionou a decisão de reduzir para quatro o número de escolas de samba por noite, afirmando que a mudança impacta negativamente a experiência do público. Segundo ele, a estrutura não levou em consideração a dinâmica do evento e prejudicou os sambistas.

"Não sou purista, mas basta olhar a primeira noite que serve como experiência do modelo pra perceber que quatro escolas por noite é uma BOLA FORA. PRA MIM, o formato botou água no chopp do sambista e melou a experiência do público que (como eu) quer DESFILE DE ESCOLA DE SAMBA!"

Problemas na dispersão e na saída da Sapucaí

O carnavalesco também relatou dificuldades enfrentadas pelo público após o fim dos desfiles, que se estenderam até a madrugada. Enquanto a festa continuava nos camarotes, quem assistiu aos desfiles enfrentou transtornos para deixar o local.

"Ontem, o desfile DAS ESCOLAS DE SAMBA acabou faltando pouco para as quatro da manhã para o público dos primeiros setores da Avenida. Na sequência, em menos de VINTE MINUTOS, o que se ouviu foi a música eletrônica dos camarotes ser aumentada. Pra eles, a festa seguiu!"

Ele também criticou a falta de planejamento para a saída do público:

"Para o público interessado EM DESFILE, restou deixar a Sapucaí no escuro da madrugada e passar um perrengue do c@ralh# (inclusive eu) pra deixar o local. A entrada do metrô estava abarrotada e ficou muito claro que isso não foi pensado de forma coerente pelos organizadores."

O desfile ainda é a grande atração?

Vieira ressaltou que a Sapucaí deve priorizar o desfile das escolas de samba, pois é esse o principal atrativo para o público.

"Tenho o maior respeito pelas rodas de samba da cidade (frequento e sou amigo de seus organizadores), mas o fato é que, quem vai pra Avenida nesses dias, QUER VER ESCOLA DE SAMBA e a maneira única como elas apresentam aquilo que inventaram ao unir música, dança e visualidade."

Repercussão nas redes sociais

As declarações de Leandro Vieira geraram ampla discussão nas redes sociais. Muitos internautas concordaram com a crítica, alegando que o novo formato diminuiu a intensidade dos desfiles e favoreceu os camarotes em detrimento do público que vai à Sapucaí para prestigiar as escolas de samba.

"Leandro Vieira está certo! O carnaval não é uma rave, é um desfile de ESCOLA DE SAMBA. Estão matando a tradição!", escreveu um usuário no X (antigo Twitter).

Outro internauta comentou: "Se até um carnavalesco desse nível está reclamando, imagina o povo que paga caro pra assistir e passa sufoco pra sair depois? Precisam rever esse formato."

A polêmica segue repercutindo, e a expectativa é que os organizadores do carnaval avaliem os impactos dessas mudanças para os próximos anos. O debate sobre a preservação da essência dos desfiles e a adequação às novas demandas continua aceso.

Por Pedro Henrique Cabo | Colaborador
Geek fashionista que canta 'Let It Go' no chuveiro, trata 'O Diabo Veste Prada' como religião e escolheu Piplup como seu inicial. Jornalista metido a designer, cinéfilo de Letterboxd e amante das artes.
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