Ingrid Guimarães se defendeu após ser alvo de uma acusação, no mínimo, inusitada nas redes sociais. Em um depoimento que circula no Instagram, um ex-motorista de aplicativo alega que foi destratado pela atriz durante uma corrida. A comediante, que, no ano passado, se envolveu em polêmica com uma companhia aérea, garante que a situação nunca ocorreu.
“Na época que fazia Uber, tive o desprazer ou desgosto de fazer a corrida dela e mais duas amigas saindo do restaurante Julieta ali no Flamengo. Sem colocar as paradas, mandando eu deixar uma amiga aqui e outra ali perto do [boteco] Belmonte da [rua] Dias Ferreira como se eu fosse empregado dela e ela se achando que eu estava atendendo a ela quando eu seguia o GPS normalmente”, declarou o internauta.
O motorista ainda chamou Ingrid de “escrota” e disse que a atriz teria tentado ser reconhecida. “Nem olhei na cara dela... Artista famoso esnobe, eu cago igual pra todos eles... Da próxima vez contrate um motorista particular”, disparou.
Também no Instagram, Ingrid negou tudo e disse que nunca frequentou o restaurante, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Gente, eu nunca fui nesse restaurante. Isso nunca aconteceu (risos). Não sei nem onde fica esse lugar. Acho que era um sósia”, alegou.
Ingrid é uma das atrizes recordistas de bilheteria do cinema nacional e acumula sucessos históricos, como a trilogia “De Pernas pro Ar”. Mesmo assim, ela ainda precisa enfrentar o machismo que impera nos bastidores.
Em entrevista ao podcast “Meu Ritual”, a estrela confessou que já demitiu a equipe inteira de um filme após presenciar situações de misoginia. “Quando tem uma diretora mulher, a gente se junta. No último, a gente demitiu todo mundo. Vamos demitir todo mundo. Você não pode [deixar passar]. Se você deixa passar, se você fica com medo, ferrou, porque a pessoa repete”, refletiu.
Ingrid, que compartilha um elo surpreendente com Mônica Martelli, afirma que até mesmo mulheres em cargos de liderança sofrem desdém. “Tem uma coisa que é você ter poder. Você percebe uma coisa meio debochada. Eu vi isso acontecendo com diretoras mulheres. Vi todas elas sofrendo algum tipo de misoginia. Todas. Sem exceção. A gente demora para perceber que esse nome existe.”