O apelido "Jonas 22" voltou a circular com força nas redes sociais e na televisão brasileira nesta quarta-feira (14), reacendendo uma história que mistura curiosidade, constrangimento e muita repercussão. O motivo é o retorno de Jonas Sulzbach ao "BBB 26", 14 anos após sua primeira participação no reality.
A volta do ex-brother fez com que um episódio antigo voltasse ao centro das conversas, inclusive no programa "Mais Você", quando Ana Maria Braga citou o apelido ao vivo, arrancando gargalhadas da web e uma reação surpresa de Tati Machado, que chegou a se engasgar durante a atração.
Curiosamente, a discussão sobre tamanho voltou à tona em um contexto totalmente diferente. Uma matéria publicada pelo jornal alemão BILD, em 5 de janeiro de 2026, revelou bastidores polêmicos do salto de esqui, modalidade dos Jogos Olímpicos de Inverno, que este ano acontecem entre 6 e 22 de fevereiro, nas cidades italianas de Milão e Cortina d’Ampezzo.
Segundo o jornal, no salto de esqui cada detalhe faz diferença. Atletas já foram desclassificados na tradicional Turnê dos Quatro Trampolins porque o macacão estava alguns milímetros fora do padrão. Desde esta temporada, o chefe de material da FIS, Matthias Hafele, passou a fiscalizar tudo com ainda mais rigor. Mesmo assim, rumores de bastidores apontam para uma suposta trapaça inusitada envolvendo o órgão genital dos atletas.
De acordo com as informações do BILD, a explicação estaria na aerodinâmica. Atletas naturalmente mais avantajados "da cintura para baixo" poderiam ter vantagem no voo, já que a área do macacão influencia diretamente na sustentação no ar. Ou seja, alguns milímetros a mais poderiam significar metros extras no salto.
Antes do início da temporada, todos os atletas passam por uma medição com scanner 3D. Um dos pontos avaliados é o entrepernas, medido a partir da região genital. Esse número serve de base para a confecção do macacão durante toda a temporada. Segundo a reportagem do BILD, alguns saltadores teriam recorrido a aplicações de ácido hialurônico antes da medição para aumentar visualmente o pênis e, assim, ganhar mais área de tecido no traje.
O médico Kamran Karim, chefe de equipe do Hospital Maria-Hilf, em Krefeld, explicou ao jornal: "Existe a possibilidade de provocar um aumento temporário e apenas estético do pênis com injeções de parafina ou ácido hialurônico. No entanto, isso não gera alongamento real. Além disso, esse tipo de procedimento não tem indicação médica e envolve riscos".
A matéria também relembra que, no passado, quando as medições eram feitas manualmente, havia mais margem para irregularidades. Há relatos de uso de espuma ao redor dos testículos e até silicone dentro de preservativos para ganhar alguns milímetros no momento da avaliação. Hoje, segundo Matthias Hafele, esse tipo de fraude estaria descartado. "Posso garantir que não há tentativas de aumentar visualmente os órgãos genitais com recursos visíveis. Durante as medições, sempre há profissionais da área da saúde acompanhando e fiscalizando tudo de perto", afirmou ele ao BILD.
Mesmo assim, de acordo com o jornal alemão, algumas seleções defendem uma nova rodada de escaneamento corporal antes dos Jogos Olímpicos para corrigir possíveis falhas. Hafele afirma que isso não está nos planos imediatos, mas que a FIS estuda mudanças para que, no futuro, a estrutura óssea seja o principal critério de medição, e não os tecidos moles.
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