A morte de Juliana Marins em um vulcão na Indonésia e a repercussão da tragédia foram debatida no "Saia Justa", do GNT, nesta quarta-feira (2). No mesmo dia, horas antes, o corpo da publicitária chegou ao Rio de Janeiro e passou por nova autópsia, após a primeira, realizada naquele país, indicar fraturas múltiplas e forte hemorragia, porém sem dar um dia certo para a morte.
O velório e sepultamento de Juliana, citada pela irmã em tocante pedido, ocorrem nesta sexta-feira Cemitério Parque da Colina, em Niterói, cidade onde a turista havia nascido. No programa de TV, Eliana classificou o abandono à jovem como "uma forma de violência". "Descaso absurdo. Ela foi deixada pra trás, sozinha", concordou Ana Paula Araujo, convidada da noite.
"E, depois, eu vi uma outra violência acontecendo, principalmente em comentários de redes sociais, era condenando a própria vítima: 'Mas por que ela estava sozinha?'", questionou a âncora do "Bom Dia Brasil" acrescentando que a mulher possui o direito de se aventurar e não pode ser responsabilizada por tragédias.
Para Eliana, a "liberdade de uma mulher incomoda". "Vi esse movimento, me entristeceu profundamente. Inclusive críticas de outras mulheres sobre uma garota de 27 anos que resolveu realizar um sonho e se aventurar, que é uma das coisas mais deliciosas para quem pode", prosseguiu a comunicadora envolvida em rumores de suposta insatisfação com a Globo.
"Eu sempre digo, repito, há anos nos meus programas para as mulheres que me acompanham: Acreditem, a culpa nunca é da vítima, a culpa é do agressor", concluiu a ex-SBT.