Kim Kardashian voltou a movimentar conversas no mundo da moda nesta terça-feira (25). A empresária, que vem se dedicando cada vez mais à atuação, surgiu com uma Birkin da Hermès confeccionada em couro de elefante, um dos modelos mais raros já produzidos pela grife. A escolha rapidamente desencadeou discussões sobre luxo, valores e a utilização de materiais de origem animal.
A bolsa faz parte do figurino elaborado pela estilista Soki Mak para a personagem que Kardashian interpreta em Tudo É Justo, produção de streaming que a estrela está divulgando no momento. Por ser confeccionada em couro exótico, a peça circula em números extremamente limitados e pode aparecer em brechós de alto padrão por cerca de US$ 125 mil (aproximadamente R$ 672 mil).
Não é a primeira vez que Kim chama atenção por acessórios raríssimos. Em 2023, ela foi fotografada no Japão com uma Himalayan Crocodile Birkin, avaliada em mais de R$ 2,4 milhões — um dos modelos mais icônicos e disputados da Hermès.
Nas redes sociais, a aparição da nova bolsa desencadeou críticas e surpreendeu até fãs. “Kim precisou ser fotografada com uma Birkin de elefante para as pessoas notarem como a Hermès é cruel?”, escreveu uma internauta no X (antigo Twitter). Outro perfil classificou a escolha como “nojento e maldoso”. Já um admirador comentou: “Chocado que a Kim conseguiu a bolsa de elefante rara da Hermès. São extremamente raras e não é de bom tom usar elas por aí”.
A PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), organização internacional de defesa animal, afirma que a Hermès nunca colocou oficialmente bolsas de elefante à venda. Entretanto, segundo a entidade, nos anos 1980 a marca teria sido contratada por caçadores para transformar o couro de um elefante morto em safari em bolsas exclusivas, peças que ainda circulam no mercado de luxo como itens extremamente raros e controversos.