menu close2 Menu
search
Cancelar
Ex: Neymar , Bruna Marquezine , Anitta , Ana Castela
Veja todas as fotos
Viver 150 anos parece uma boa ideia: 47% dos homens dizem que 'sim', mas só 27% das mulheres concordam; nova pesquisa revela diferença curiosa
Publicado em 14 de outubro de 2026 às 16:03
Siga o Purepeople no Google Adicione-nos às suas fontes preferidas
Levantamento argentino investiga como homens e mulheres encaram a possibilidade de prolongar a vida; no Brasil, elas têm maior expectativa de vida ao nascer
Viver 150 anos parece uma boa ideia para 47% dos homens, mas só para 27% das mulheres: pesquisa revela diferença curiosa Segundo resultados divulgados pelo Infobae, uma pesquisa do Observatório de Psicologia Social Aplicada da Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires (UBA) investigou atitudes diante da longevidade, do rejuvenescimento e da inteligência artificial O estudo da UBA contou com 1.851 participantes, dos quais 47% dos homens disseram que gostariam de viver até os 150 anos de idade, contra 27% das mulheres Ainda segundo a pesquisa argentina, 35% dos homens aceitariam viver até os 200 anos, mas trabalhar até os 150, contra 17% das mulheres Preservar a memória e a mobilidade, continuar trabalhando e ter recursos para se sustentar são questões que dão sentidos diferentes à possibilidade de viver mais

Ganhar décadas para viajar, acompanhar a família ou realizar planos parece tentador. Mas imaginar uma vida de 150 anos também significa pensar em como seria passar tanto tempo no mundo. E essa possibilidade desperta reações diferentes entre homens e mulheres.

Segundo resultados divulgados pelo Infobae, uma pesquisa do Observatório de Psicologia Social Aplicada da Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires (UBA), com 1.851 participantes, investigou atitudes diante da longevidade, do rejuvenescimento e da inteligência artificial.

Uma diferença de 20 pontos percentuais

Diante de um futuro em que as pessoas pudessem viver 150 anos ou mais, 47% dos homens avaliaram a possibilidade positivamente, contra 27% das mulheres. Ao indicar até quando gostariam de viver, eles apontaram, em média, 90,6 anos; elas, 86,8.

A diferença também apareceu diante da hipótese de um tratamento seguro capaz de recuperar ou preservar a condição física dos 30 anos: 56% dos homens aceitariam a proposta, frente a 48% das mulheres. 

Entre os participantes, a prioridade seria manter a mente e a capacidade física jovens; apenas 9% mencionaram a aparência.

Veja também
O segredo infalível de Ana Maria Braga para preservar a longevidade no casamento: aos 77 anos, apresentadora dá dica de ouro para casais. 'O namoro precisa continuar existindo depois do casamento. Senão vira reunião de condomínio'
Na expectativa de vida, elas estão à frente

O resultado chama atenção quando colocado ao lado dos dados brasileiros. Segundo as Tábuas de Mortalidade do IBGE referentes a 2024, a expectativa de vida ao nascer era de 79,9 anos para mulheres e 73,3 para homens: uma vantagem feminina de 6,6 anos.

Na pesquisa argentina, a diferença também apareceu quando a longevidade veio acompanhada de uma condição: viver até os 200 anos, mas trabalhar até os 150. 

Nesse cenário, 35% dos homens aceitariam a proposta, contra 17% das mulheres. A resposta acrescenta outra dimensão ao debate: como seriam preenchidas essas décadas extras de vida.

O que torna uma vida mais longa atraente

As informações disponíveis sobre a pesquisa argentina não permitem estabelecer a causa da diferença ou estendê-la automaticamente aos brasileiros. Uma menor adesão às propostas também não significa, por si só, menor satisfação com a vida.

As respostas, porém, convidam a olhar além da quantidade de aniversários. Preservar a memória e a mobilidade, continuar trabalhando e ter recursos para se sustentar são questões que dão sentidos diferentes à possibilidade de viver mais.

Por isso, uma pergunta que merece ser investigada é se essa distância entre homens e mulheres permaneceria diante de cenários com saúde, segurança financeira e tempo livre assegurados. 

Isso ajudaria a compreender quanto dessas respostas está ligado à duração da vida e quanto depende das condições imaginadas para esses anos adicionais.

Matérias relacionadas
'Quero viver até os 103': Angélica afasta medo de envelhecimento em meio ao sofrimento por saúde frágil do pai, 5 anos após AVC. 'Momentos de muita tristeza e nostalgia'
'Quero viver até os 103': Angélica afasta medo de envelhecimento em meio ao sofrimento por saúde frágil do pai, 5 anos após AVC. 'Momentos de muita tristeza e nostalgia'
Ana Paula Padrão, com mais de 4 décadas de carreira e 60 anos de idade, sobre a importância da independência financeira feminina: 'Se você faz um acordo com o seu marido e ele vai pagar as contas e você vai cuidar da casa e dos filhos, não reclame quando ele disser que gosta de calcinha de renda e você está com uma calcinha de algodão. Quem paga a sua calcinha é ele. E o dinheiro manda numa relação'
Ana Paula Padrão, com mais de 4 décadas de carreira e 60 anos de idade, sobre a importância da independência financeira feminina: 'Se você faz um acordo com o seu marido e ele vai pagar as contas e você vai cuidar da casa e dos filhos, não reclame quando ele disser que gosta de calcinha de renda e você está com uma calcinha de algodão. Quem paga a sua calcinha é ele. E o dinheiro manda numa relação'
Sophia Loren, hoje aos 92: 'Envelhecer pode ser agradável e até divertido, se você souber usar o tempo, se está satisfeito com o que conseguiu e se continua sonhando'
Sophia Loren, hoje aos 92: 'Envelhecer pode ser agradável e até divertido, se você souber usar o tempo, se está satisfeito com o que conseguiu e se continua sonhando'
Por Paula Alves | Colaboradora
Jornalista apaixonada por cinema, streaming e entretenimento. Sempre em busca de boas histórias para contar.
Palavras-chave
Bem-estar Curiosidades Lifestyle Beleza madura