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Um brinde à diversidade! Marca vende roupas íntimas unissex para todos os corpos

Um brinde aos corpos! Marca americana TomboyX oferece roupas íntimas em diferentes tamanhos e tons de nude, sem distinção de gênero
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Um brinde aos corpos! Marca americana TomboyX oferece roupas íntimas em diferentes tamanhos e tons de nude, sem distinção de gênero
Criada em 2013 nos Estados Unidos, a TomboyX ainda oferece modelos em cinco tons de nude, que vão do tamanho XS ao 4X. 'Acreditamos que todo corpo tem o direito de ser visto e celebrado. Nós não estamos tentando falar para as pessoas como ser legal, nós achamos que elas são legais do jeito que elas são', diz Fran Dunaway – fundadora da marca ao lado de Naomi Gonzalez – ao Purepeople

Roupas íntimas para todas as cores, corpos e tamanhos, sem divisão de gênero: criada em 2013 em Seattle, nos Estados Unidos, pela dupla Fran Dunaway e Naomi Gonzalez, a TomboyX é um grande abraço na diversidade. "Acreditamos que estar confortável em sua própria pele é importante, portanto, não importa onde você esteja no espectro de gênero, esperamos que você se veja em nossos modelos", afirma Fran em entrevista ao Purepeople. Inicialmente, a dupla visava a produção de camisas de botão legais, até que o negócio ganhou outro foco: "Escolhemos o nome Tomboy porque achamos fofo. As pessoas vinham até a gente para dizer o quanto estavam empolgadas que finalmente existia uma marca para elas. Em seguida, começamos a ouvir dos clientes que deveríamos fazer cuecas boxer pensando em todos os tipos de corpo. Então, em 2014, nós fizemos."

'Todo corpo tem o direito de ser visto e celebrado', diz Fran

Na contramão de marcas que tentam anexar a diversidade a suas coleções, a TomboyX tem a inclusão como conceito. "Oferecemos todos os modelos de XS a 4X, por isso não há uma coleção plus size. Acreditamos que todo corpo tem o direito de ser visto e celebrado. Nós não estamos tentando falar para as pessoas como ser legal, nós achamos que elas são legais do jeito que elas são", pontua a fundadora da marca, que oferece três modelos de top e seis para a parte de baixo: "Nossos clientes que usam tamanhos maiores parecem realmente amar as cuecas boxer de 23 cm ($ 29, cerca de R$ 112), especialmente por baixo de vestidos ou saias. Já nossos clientes que usam tamanhos menores tendem para os boy shorts de 6 cm ($ 23, aproximadamente R$ 88)."

Modelos são oferecidos em 5 tons de nude

Além de unissex e com uma boa variedade de tamanhos, as peças íntimas da TomboyX são oferecidas em diferentes cores, incluindo os tons do arco-íris e uma gama de nudes. "Nós realmente queríamos falar sobre o conceito de nude da perspectiva de 'Qual é a sua história pessoal? Seu corpo é sua tela e tem uma história única para contar'. Então escolhemos 5 tons neutros e cruzamos as cores com uma seção de modelos incríveis para dar início a essa conversa", explica Fran. Os tons neutros, no entanto, nem sempre são usados como nude pelos clientes: "Descobrimos que a maioria das pessoas escolhe os tons que mais gostam, não necessariamente a de seu tom de pele. Nós também ouvimos de pessoas que elas estavam bastante comovidas por encontrar um tom que combinasse com seu tom da pele."

Marca dá suporte à comunidade LGBT+

E por falar nas cores do arco-íris, a celebração à diversidade da TomboyX também se dá com o suporte à comunidade LGBTQ+. "Nós retribuímos a comunidade LGBTQ de várias maneiras: arrecadando dinheiro para causas como o The Trevor Project, enviando itens de leilão para captação de recursos, fazendo colaborações com a Campanha de Direitos Humanos", lista a fundadora.

Peças íntimas podem ser enviadas para o Brasil

Por enquanto, as peças da TomboyX não podem ser encontradas no Brasil. "Infelizmente, só vendemos online agora e enviar para o Brasil sai caro!", diz Fran, que dá uma boa dica: "Nós enviamos sim os produtos, mas de repente um grupo pode se reunir e fazer um grande pedido para ajudar a reduzir o preço de envio". E quem sabe, futuramente, a marca não desembarca no país? "Nós adoraríamos abrir uma loja pop up em algum momento!", conta a fundadora.

(Por Vanessa Nogueira)

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