Já imaginou ver Messi, um dos maiores craques da história do futebol argentino, se acabando de dançar ao som de Madonna, a incomparável rainha do pop? Graças à tecnologia avançadíssima e à inteligência artificial, que às vezes nos faz duvidar dos próprios olhos, agora dá até para ver o que antes só existia na imaginação.
Nesta quinta-feira (16), a própria diva norte-americana compartilhou um registro inusitado mostrando o jogador no universo de "Danceteria", faixa do álbum "Confessions II".
Claro que tudo não passou de uma montagem feita com IA, mas a brincadeira viralizou e fez até a popstar entrar na onda. É mole? No vídeo, os jogadores da Argentina, que garantiram vaga na final da Copa do Mundo de 2026, aparecem se acabando de dançar no banheiro de uma boate, em cenas inspiradas na estética de "Danceteria", música que integra o recém-lançado "Confessions II", continuação do clássico "Confessions on a Dance Floor" (2005).
Messi, que já deu um banho (literalmente) em Lamine Yamal quando o espanhol ainda era um bebê, em 2007, aparece requebrando ao lado dos companheiros e ainda puxa o rosto do técnico Lionel Scaloni, que ordena: "Todo mundo levanta e dança!".
Alguns takes depois, Enzo Fernández e Julián Álvarez surgem trocando um beijão caloroso. Ui! Os dois são grandes amigos, vivem demonstrando sintonia dentro e fora de campo e até rendem "shipp" entre alguns torcedores nas redes sociais. Mas vale reforçar: é tudo IA, minha gente!
"Supremacia homossexual", brincou um internauta nos comentários do perfil @nosoytutanka, que publicou o vídeo. "Não consigo parar de assistir! Me ajudem", escreveu outro. "O conceito da própria Madonna compartilhando isso", destacou um terceiro, referindo-se aos Stories da voz de "Like a Virgin".
Apesar de o vídeo ser apenas uma brincadeira, um dos maiores ídolos do futebol argentino já protagonizou uma cena parecida - mas dessa vez de verdade. Pois é! Diego Maradona, em um clássico entre Boca Juniors e River Plate, comemorou um gol ao lado do companheiro Claudio Caniggia com um beijo na boca.
O gesto virou uma das imagens mais icônicas do futebol argentino e simbolizou a amizade e o entrosamento que os dois mantinham dentro e fora dos gramados. Maradona e Caniggia repetiram o famoso selinho em outras ocasiões, como em uma partida contra o Lanús.
A atitude do craque ainda ganhou um peso simbólico importante na luta contra a homofobia no esporte. Naquele período, o então técnico da seleção argentina, Daniel Passarella, declarou que não convocaria jogadores homossexuais. Maradona criticou publicamente a postura do treinador, classificando a fala como retrógrada e defendendo que qualquer atleta de qualidade deveria ter espaço na equipe, independentemente de sua orientação sexual. Divo!
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